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Mensalão: O Escândalo Político Que o Brasil Não Esquece,2005.

MENSALÃO A HISTORIA DE CORRUPÇÃO BRASILEIRA

Lula: mensalão aconteceu mas não aconteceu

LULA: O CHEFE do MENSALÃO, a prova. A hora da verdade o julgamento no STF !

OLHÃO A VERDADE E FAÇÃO SUA CONCLUSÃO Em dia de mensalão, Lula vê 'a novela da Carminha' e os jogos olímpicos


Lula acompanha a novela e tem uma teoria sobre a trama

Em dia de julgamento dos réus do mensalão, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem preferido ver na televisão os jogos olímpicos de Londres e assistir novela. Foi o que revelou nesta sexta-feira (3) a assessora especial do ex-presidente e diretora do Instituto Lula, Clara Ant. "Ele não vê o mensalão, está assistindo a Olimpíada e a novela da Carminha", disse, referindo-se à novela Avenida Brasil, da Rede Globo. Carminha é a personagem vivida pela atriz Adriana Esteves, que abandonou sua enteada, a pequena Nina (Débora Falabella) num lixão. Depois de adulta, Nina retorna para se vingar da madrasta.

03/08/2014

México e Estados Unidos fecham acordo para aumentar segurança nas fronteiras EM 2012


     

BRASÍLIA - Os governos do México e dos Estados Unidos anunciaram o reforço no sistema de vigilância de suas fronteiras. As autoridades disseram que o objetivo é conter ações de grupos criminosos organizados nas regiões de Ciudad Juarez, Chihuahua e El Paso e Texas. Eles são responsáveis por assassinatos, roubos, sequestros e abusos sexuais.

03/08/2012

Tufão Saola deixa pelo menos 37 mortos nas Filipinas



CHINA OUT/AFP
Cerca de vinte tufões atingem as Filipinas todos os anos durante a estação de monções
Cerca de vinte tufões atingem as Filipinas todos os anos durante a estação de monções



















MANILA - A passagem do tufão Saola perto das Filipinas causou a morte de 37 pessoas nesta semana, um balanço que pode aumentar pelas novas chuvas, indicou nesta sexta-feira (3) o governo.

Nesta sexta, pelo sexto dia consecutivo, as chuvas próprias da estação de monções continuavam caindo sobre o norte e o centro do arquipélago, embora o tufão tenha deixado as Filipinas para avançar em direção a Taiwan, onde seis pessoas morreram na quinta-feira.

Segundo Benito Ramos, chefe da Defesa Civil, o balanço deve aumentar porque há pessoas desaparecidas.

Além disso, embora o tufão tenha deixado o arquipélago, sua influência continuava sendo sentida e aumentava as chuvas de monção, indicou o Conselho de Gestão e Redução de Desastre Nacional.

Cerca de vinte tufões atingem as Filipinas todos os anos durante a estação de monções (verão e outono no hemisfério norte).

Nesat e Nalgae, os últimos tufões de setembro de 2011, causaram a morte de ao menos 101 pessoas e dezenas de milhares não puderam voltar as suas casas pelas inundações, informaram no domingo as autoridades.

Em 2009, a tempestade tropical Ketsana, que inundou parte de Malina, deixou 464 vítimas.


fonte;hoje em dia

Suspeita de escravidão tira MRV do "Minha Casa, Minha Vida"



LUCAS PRATES/ARQUIVO HOJE EM DIA
Operações de crédito da MRV já fechadas com a Caixa serão mantidas
Operações de crédito da MRV já fechadas com a Caixa serão mantidas

A Caixa Econômica Federal suspendeu a concessão de crédito para a MRV, uma das principais construtoras do programa Minha Casa Minha Vida.

A medida ocorre após filiais da empresa terem sido incluídas em cadastro do Ministério do Trabalho de empregadores que tenham submetido funcionários a condições análogas às de escravo. “Enquanto o problema que deu origem à inclusão não for resolvido, o infrator fica impedido de ter acesso a novos créditos”, diz em nota.

A MRV teve dois projetos de condomínios residenciais no interior de São Paulo incluídos na relação. Os projetos da MRV listados no cadastro são Residencial Parque Borghesi, em Bauru, e Condomínio Residencial Beach Park, em Americana.

O banco é signatário do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo no Brasil. Segundo a Caixa, no momento não há propostas em vias de ser contratadas com a MRV.

Caso a construtora solicite novo financiamento, a instituição bancária diz que pedira informações complementares ou cópias de documentos relacionados à ação fiscal que deu origem à inclusão no cadastro.

Em relação às operações já contratadas, não haverá restrições, “uma vez que uma eventual paralisação de obras já iniciadas, além dos sérios prejuízos econômico-financeiros, resultaria, de pronto, em desemprego dos trabalhadores que estejam sendo utilizados nessas obras.”

Procurada, a MRV diz acreditar que a situação será resolvida em um curto prazo e, para isso, trabalha juntamente aos órgãos competentes para prestar os devidos esclarecimentos.

 fonte;hoje em dia

MENSALÃO Segundo Dia de Julgamento MENSALÃO BRASIL Tem Protestos Com 'cela' e Papai Noel EM 2012




03/08/2012

MENSALÃO Grupo de Valério usou carro-forte para levar dinheiro, diz procurador

Marcos Valério influenciava até acordos com a base, disse Roberto Gurgel.
Defesa disse que Valério não sabia de esquema de compra de votos.


Durante acusação aos réus do processo do mensalão nesta sexta-feira (3), o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, afirmou que funcionários de Marcos Valério, citado como "operador" e responsável pela obtenção do dinheiro que abasteceu o esquema, tiveram que alugar um carro-forte para transportar valores que seriam pagos a parlamentares.
"As agências de Valério, só nesta oportunidade, tinham R$ 650 mil em espécie, que foram transportados pelo carro-forte. Algo que poucas agências têm em espécie nos dias de hoje", afirmou, ao ler trecho das alegações finais que citava que o ex-assessor parlamentar do PP João Cláudio Genu recebeu dinheiro transportado pelo carro-forte.
No segundo dia do julgamento do mensalão, o procurador apresentou a argumentação para a condenação de 36 dos 38 réus acusados de pertencer ao suposto esquema de pagamento de propina a parlamentares em troca de apoio político ao governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Na acusação, Gurgel afirmou que funcionárias das agências de Valério - Geiza Dias e Simone Vasconcelos - realizavam saques e entregas do dinheiro ilícito aos parlamentares.
Segundo a denúncia, eram elas também que repassavam ao Banco Rural o nome das pessoas que deveriam ser beneficiadas por repasses "que alimentavam o esquema ilícito de compra de votos", segundo a denúncia da Procuradoria.
Réus negam acusações
Nas alegações entregues ao Supremo, a defesa de Valério confirmou que foram feitos empréstimos ao PT, mas negou irregularidades. Disse acreditar que o dinheiro seria usado para quitar dívidas de campanha. Geiza Dias e Simone Vasconcelos argumentam que cumpriam ordens do chefe, Marcos Valério.
Já os sócios de Valério, afirmaram ao Supremo que concordaram com os empréstimos porque as empresas poderiam ser beneficiadas, mas negaram ter conhecimento do esquema ilícito.
A defesa de todos os réus terá uma hora para a defesa dos clientes a partir da próxima segunda-feira (6).
'Personagem influente'Ainda segundo Gurgel, o publicitário Marcos Valério era o “operador do mensalão” e, conforme os supostos pagamentos e acordos em troca de apoio político aumentavam, seu papel se tornava mais importante na organização criminosa denunciada.
“Na medida em que se intensificavam os acordos, ele [Valério] tornou-se personagem influente com poder até para influenciar os acordos com a base aliada”, disse. Segundo Gurgel, Valério tornou-se o “homem de confiança de Dirceu”
Segundo o PGR, “Dirceu foi o mentor do esquema enquanto Valério foi seu principal operador”. “A prova não deixa dúvidas de que Dirceu teve a ideia, mas era necessário o dinheiro”, disse Gurgel. “Marcos Valério foi a pessoa que em razão do vínculo com os bancos BMG e Rural possibilitou a entrada do dinheiro.”
Ainda conforme a acusação, a sistemática pode ser descrita da seguinte maneira: efetuados acordos com partidos e parlamentares, Valério providenciava o dinheiro e a entrega em agências bancárias e em quartos de hotel. "Tudo era muito estranho”, disse Gurgel sobre a atuação de Valério.
Em relação aos sócios de Marcos Valério - Cristiano Paz e Ramon Hollerbach -, Roberto Gurgel afirmouque ambos tinham conhecimento dos saques para pagamento de parlamentares.
Núcleo financeiroRoberto Gurgel também falou sobre os quatro acusados ligados ao banco Rural, Kátia Rabello, que presidia a instituição financeira; José Roberto Salgado e Vinícius Samarane, ex-diretores, e a funcionária Ayanna Tenório.
"O Banco Rural serviu aos propósitos da quadrilha [grupo de Marcos Valério] desde 1998. [...] Dirigentes do Banco Rural tinham interesse econômico no governo, a liquidação do Banco Mercantil de Pernambuco e por isso se associaram aos demais integrantes para o cometimento do delito", disse Gurgel, para quem o banco tornou-se "peça chave" no esquema.
Nas alegações finais ao Supremo, a defesa dos dirigentes do Banco Rural afirmou que os empréstimos às empresas de Valério foram legítimos e que não tinham informações de que os valores era utilizados de forma ilícita.fonte;g1

MENSALÃO Prova é 'contundente' sobre 'atuação de Dirceu como líder', diz Gurgel

Procurador afirmou que autor intelectual ‘não deixa rastros’ perceptíveis.
Na defesa, José Dirceu disse que não participava das finanças do PT.


O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, afirmou nesta sexta-feira (3), durante a leitura da acusação aos réus do processo do mensalão, no segundo dia de julgamento do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), que o conjunto de provas da ação penal é “contundente quanto à atuação de José Dirceu como líder" do suposto esquema.
A leitura da acusação começou às 14h30 e tem previsão de durar cinco horas. Segundo a denúncia da procuradoria, o mensalão foi um esquema ilícito de arrecadação de recursos para pagar a parlamentares pela aprovação no Congresso de matérias de interesse do governo Luiz Inácio Lula da Silva, do qual Dirceu foi ministro da Casa Civil.
Na defesa apresentada ao Supremo, José Dirceu negou que tenha utilizado o cargo de ministro para beneficiar empresas que supostamente repassavam dinheiro para o esquema e afirmou que as negociações não partiram do governo e que não tinha controle sobre as finanças do PT.
Após a acusação de Gurgel, a defesa do ex-ministro terá uma hora para defender o acusado. A expectativa é de que a defesa de José Dirceu faça a sustentação oral na próxima segunda-feira (6).
"Afirmo que a prova é contundente quanto à atuação de José Dirceu como líder do grupo criminoso", disse Gurgel. na denúncia feita em 2006 pela Procuradoria Geral da República, Dirceu foi apontado como "chefe da quadrilha" do mensalão.
Segundo afirmou o procurador durante a leitura da acusação, em seu depoimento, Marcos Valério, acusado de ser o operador do esquema, "sempre afirmou que Dirceu sabia dos acordos". "Nada, absolutamente nada, acontecia sem a prévia autorização de José Dirceu", declarou.
Gurgel falou por 26 minutos para acusar o ex-ministro da Casa Civil – 14h50 às 15h16. “José Dirceu, sendo líder do grupo, exerceu papel de fundamental importância para o sucesso do esquema ilícito. Sem risco de cometer injustiça, foi a principal figura de todo o apurado. Foi José Dirceu que formatou sistema ilícito da formação da base aliada mediante pagamento ilícito. [...] Comandou os demais integrantes para a consecução de seus objetivos.”
Para Gurgel, é “autor aquele que tem controle final do ato”. “O autor intelectual não envia mensagem, não movimenta contas, age por intermédio de laranjas, não se relaciona diretamente com secundários da quadrilha, não deixando rastros facilmente perceptíveis.”
O procurador disse também que “não há como pretender que José Dirceu estaria alheio” ao esquema.
'Mais atrevido'Ele reafirmou o conteúdo das alegações finais enviadas ao Supremo no ano passado e afirmou que as evidências do processo demonstram a culpabilidade de 36 dos 38 réus. “Estou absolutamente convencido de que a prova colhida, associada aos instrumentos, comprovou a autoria e a materialidade dos delitos, bem como o dolo de seus autores. [...] O conjunto probatório não deixa dúvidas.”
Roberto Gurgel também voltou a citar que trata-se do “mais atrevido e escandaloso” caso de corrupção", o que consta em documento enviado por ele aos ministros do Supremo antes do julgamento.
“Foi o mais atrevido e escandaloso caso de corrupção, de desvio de dinheiro público flagrado no Brasil. Maculou a República. Foi um sistema de enorme movimentação financeira com objetivo de comprar votos de parlamentares nas matérias importantes para os líderes criminosos.”
'Fins não justificam os meios'No início de sua fala, o procurador citou o filósofo Nicolau Maquiavel e afirmou que que “os fins não justificam os meios” quando o resultado “ignora o que é moralmente correto, juridicamente admissível”.
“Há quem tente justificar a tese de que um político poderia se comportar de modo disforme à moral comum. [...] Não se justifica o injustificável”, afirmou. Segundo ele, não se pode ferir “as regras do jogo democráticos não importando quem sejam os jogadores.”
Nas alegações finais entregues ao Supremo, Gurgel afirmou estar “plenamente convencido” de que as provas produzidas “comprovam a existência do esquema de cooptação de apoio político descrito na denúncia”, se referindo ao documento no qual o ex-procurador Antonio Fernando de Souza denunciou 40 pessoas, um morreu - José Janene - e outro fez acordo com Ministério Público - Sílvio Pereira.
Ele pediu a condenação de 36 dos 38 réus. Para Gurgel, não há provas contra dois acusados: - ex-ministro Luiz Gushiken e Antônio Lamas, irmão de outro réu.
Nas alegações, Gurgel citou que o mensalão que “trata-se da mais grave agressão aos valores democráticos que se possa conceber”. “No momento em que a consciência do representante eleito pelo povo é corrompida em razão do recebimento de dinheiro, a base do regime democrático é irremediavelmente ameaçada.”fonte;g1

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