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Monges budistas pedem expulsão de minoria muçulmana em Mianmar


Marcha deste domingo (2) reivindicou também criação de acampamentos.
Muçulmanos são considerados imigrantes ilegais pelo governo do país.


Centenas de monges budistas marcharam neste domingo (2) em Mianmar pedindo a aprovação da ideia, evocada pelo presidente birmanês Thein Sein, de que a minoria muçulmana rohingya seja expulsa do país ou forçada a se reunir em acampamentos.
Os monges desfilaram em longas filas pelas ruas de Mandalay, no centro de Mianmar, em meio a uma multidão que manifestava apoio à medida. Em um cartaz se podia ler, "Protejamos a nossa Mãe Birmânia [antigo nome de Mianmar], apoiando o presidente", enquanto outros criticavam o enviado especial da Organização das Nações Unidas (ONU), Tomás Ojea Quintana, acusado de parcialidade a favor dos rohingyas.
Monges budistas protestam em Mianmar neste domingo (2) contra presença de minoria muçulmana no país (Foto: AFP)Monges budistas protestam em Mianmar neste domingo (2) contra presença de minoria muçulmana no país (Foto: AFP)
Desde junho, a violência entre os muçulmanos rohingyas e os membros da etnia rakhine, budista, deixou pelo menos 90 mortos nestas duas comunidades no estado de Rakhine (oeste de Mianmar), segundo uma estimativa oficial. Grupos de defesa de direitos humanos consideram que o número real é muito maior.
Wirathu, um monge de 45 anos segundo o qual 5 mil monges participaram da manifestação, disse à AFP que o objetivo era o de "mostrar ao mundo que os rohingyas não fazem parte dos grupos étnicos birmaneses". Os rohingyas, que falam um dialeto similar ao usado no vizinho Bangladesh, são considerados imigrantes ilegais pelo governo e por muitos birmaneses.
A violência no oeste do país provocou uma onda de ira em Mianmar, onde a população é majoritariamente budista. Oitocentos mil rohingyas, apátridas considerados pela ONU uma das minorias mais perseguidas do planeta, vivem confinados no estado de Rakhine.
Durante protesto em Mianmar organizado por monges budistas contra presença de muçulmanos no país, manifestantes seguram cartaz de aprovação ao presidente do país (Foto: Khin Maung Win/AP)Manifestantes seguram cartaz de aprovação ao presidente de Mianmar, à esquerda, e contra Tomas Ojea Quintana, observador da ONU (Foto: Khin Maung Win/AP)
Eles não fazem parte de grupos étnicos reconhecidos pelo regime de Naypyidaw, nem por muitos birmaneses que os consideram, na maioria das vezes, bengaleses ileais e não escondem sua hostilidade contra eles.
Em meados de julho, o presidente birmanês Thein Sein avaliou que o único futuro para eles seria se reagrupar em acampamentos de refugiados ou a expulsão do país, segundo sua página oficial na internet.fonte;g1


A ORIGEM DO DIABO-SATANAS



02/09/2012


Fahrenheit - A Farsa do 11 de Setembro 2001-EUA



Como um avião acerta o pentágono e some sem deixar destroços por todos os lados? E os aviões que acertaram o World Trade Center, já observaram os mesmos bem de perto? Confiram aqui detalhes analisados quadro a quadro!





CONTROLE DA MENTE Documentario completo Dublado




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O homem que calou os ateus



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Oriente Médio e Os Sinais dos Tempos





02/09/2012

ESTADOS UNIDO DA AMERICA INVADE A AMAZONIA BRASILEIRA -PLANO



02/09/2012

Greve da PM da Bahia - A Verdade Oculta que a Globo Esconde 02/09/2012


Greve da PM da Bahia - A Verdade Oculta que a Globo Esconde 02/09/2012



Camboja prende sueco fundador do site de downloads Pirate Bay EM 2012



Um dos cofundadores do site sueco de downloads ilegais foi preso nesse domingo (02/09/2012), no Camboja

PHNOM PENH - Um dos cofundadores do site sueco de downloads ilegais Pirate Bay foi detido em Phnom Penh a pedido das autoridades da Suécia, anunciou neste domingo (2) a polícia do Camboja. O sueco Gottfrid Svartholm Warg foi condenado em 2009 a um ano de prisão, mas não se apresentou para cumprir a pena.


Derretimento de geleira na Itália revela munição da 1ª Guerra Mundial

Quase 200 objetos foram encontrados em montanha de Trentino, na Itália.
Munição teria sido usada em batalhas entre 1915 e 1918.

Mais de 200 peças de munição usadas na 1ª Guerra Mundial surgiram depois do derretimento de geleira no pico de uma montanha em Trentino, na Itália. Cada peça encontrada pesa entre 7 e 10 kg.
Os artefatos de guerra foram descobertos a uma altitude de 3.200 metros quando a geleira Ago de Nardis foi parcialmente derretida devido a uma recente onda de calor que atingiu em picos mais altos da Itália. A unidade de polícia dos Alpes viu pontos de metal emergirem do gelo espalhados em uma área de 100 metros quadrados. As fotos foram feitas na última sexta-feira (31)
Especialistas estiveram no local e disseram que as munições não foram descartadas, mas utilizadas durante a série de batalhas entre os exércitos do Império Austro-Húngaro e Itália entre 1915 e 1918.
Munição usada na 1ª Guerra Mundial descoberta na Itália. (Foto: Maffei Glauco/EPA/EFE)Foto mostra munição usada na 1ª Guerra Mundial descoberta na Itália. (Foto: Maffei Glauco/EPA/EFE)
fonte;g1

Candidatos usam cavaletes e cartazes irregulares em São Paulo

Propagandas são colocadas em locais proibidos nas vias da capital.
Horário para veiculação também é desrespeitado.


96 Cavaletes (Foto: Arte/G1)
Propagandas irregulares de candidatos a vereador foram flagradas em vias da capital paulista entre terça-feira (29) e sexta-feira (31) pelo G1. Cavaletes colocados sobre a grama, em trechos de calçadas atrapalhando pedestres ou deixados mais de 24 horas no mesmo local foram as práticas irregulares mais comuns. Questionados sobre as irregularidades, assessorias de partidos e candidatos afirmaram que os problemas são resultado de falha de funcionários contratados pela campanha.

Durante as eleições, a Lei Cidade Limpa deixa de ser referência na cidade. As determinações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) predominam sobre a lei municipal em vigor desde janeiro de 2007. Apenas duas autuações, no entanto, foram feitas na capital paulista com base na resolução nº 23.370 do TSE até quarta, e os candidatos ainda podem recorrer das notificações.
Propagandas (Foto: Arte/G1)
foi localizou mais de 80 propagandas eleitorais irregulares em vias importantes das zonas Sul e Norte de São Paulo. Na sexta, as irregularidades foram vistas em vias da Zona Leste. Os principais problemas são cavaletes posicionados sobre a grama de praças e de canteiros. Os cavaletes, que devem ser recolhidos entre 22h e 6h, também permanecem nas ruas durante a noite.

Procurada, a assessoria do Partido dos Trabalhadores (PT) informou que a responsabilidade da propaganda é de cada candidato. O candidato a vereador Adir Gomes Teixeira disse que os funcionários foram orientados a cumprir a lei. “O maior problema que a gente tem e acho que outros candidatos também é a contratação de pessoal para trabalhar, que tem dificuldade no entendimento. O pessoal vê outras pessoas colocando sobre a grama e coloca também”, disse.

O Partido Popular Socialista (PPS) disse que o candidato Professor Cláudio Fonseca já foi notificado pelo TRE e que foi dado um prazo de 48 horas para a retirada do material.

Roberto Siqueira, presidente estadual do Partido Social Liberal (PSL), disse que os candidatos cumprirão a lei eleitoral.
O Partido Social Democrático (PSD) informou que "respeita e apoia integralmente a legislação sobre propaganda eleitoral e a Lei Cidade Limpa, que acabou com a poluição visual em São Paulo" e que "adota e vai reforçar os cuidados e orientações aos candidatos quanto à colocação de propaganda eleitoral".
O PSOL, que também teve candidatos descumprindo a lei, informou que a orientação é para que não ocorram irregularidades. O Partido Progressista (PP) não respondeu até a noite desta sexta.

Cidade suja
“É comum ver cavaletes em jardins e canteiros centrais. A tendência nesses últimos dias de campanha é que a poluição piore, estão ignorando a lei. Não vejo visualmente uma ação de combate à propaganda irregular”, diz José Rubens Domingues, coordenador da Lei Cidade Limpa. O próprio coordenador da Cidade Limpa admite, entretanto, que a Lei Eleitoral “dá brechas” para a cidade ficar mais poluída.

Na Avenida Interlagos, um funcionário contratado por um partido para a colocação de cavaletes que sabia que a propaganda sobre o gramado do canteiro central era ilegal, mas recebia ordens do partido para mantê-la naquela posição. “Todo mundo coloca de forma errada, se eu não colocar do meu candidato, ele não será visto e votado”, disse.
propaganda eleitoral irregular (Foto: Tatiana Santiago/ G1)Homem retira propaganda eleitoral irregular na
Zona Norte (Foto: Tatiana Santiago/ G1)
Em outro ponto da cidade, na Avenida General Ataliba Leonel, na Parada Inglesa, na Zona Norte, os cavaletes que estavam em local irregular foram retirados pelos partidários do comitê de um candidato a vereador assim que o G1 começou a fotografar as propagandas.
A aparente falta de fiscalização incentiva o uso impróprio das propagandas irregulares, que só podem ser retiradas depois da autorização do tribunal. “Nas periferias, o maior problema é o excesso de placas com mais de 4 metros, presentes até na fachada dos comitês partidários”, afirma Domingues.
Na tentativa de combater as irregularidades, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP) firmou um convênio com a Prefeitura, que vai ajudar com a retirada das peças publicitárias consideradas ilegais pela Justiça Eleitoral. De acordo com o TRE, 58 oficiais de Justiça das zonas eleitorais da cidade fazem a fiscalização nas ruas após notificação da Prefeitura ou denúncias.
Proibição
Segundo a legislação eleitoral, é proibido fazer a propaganda em bens públicos, como tapumes de obras e prédios, em postes, viadutos, passarelas e pontes. Mesmo nos locais privados, mas que sejam de uso comum, também não é permitido o uso da propaganda eleitoral, como em comércios, shoppings, templos e igrejas, cinemas, teatros, estádios, clubes, salões de eventos e exposições, ônibus, abrigos e pontos, rodoviárias, táxis, estações de trem e metrô.
A lei permite a colocação de propaganda em imóveis particulares, desde que autorizado pelo proprietário e que o tamanho não ultrapasse 4 metros quadrados. Nas ruas, entre as 6h e as 22h, também é permitida a colocação de cavaletes, bonecos, cartazes, mesas para distribuição de material de propaganda e bandeiras - sem impedir a travessia de pedestres.
Multas
Os valores para quem desrespeita a lei variam entre R$ 2 mil e R$ 15.961,50, dentro do período permitido de veiculação da propaganda - de 6 de julho a 6 de outubro.
Se o candidato divulgar sua campanha em outdoors pode paga uma multa de R$ 5 320,50 a R$ 15 961,50. Já no caso de distribuição de santinhos no dia da eleição, o valor varia entre R$ 2 mil e R$ 8 mil.
Depois de identificada a irregularidade, o TRE dá um prazo de 48 horas para a retirada do anúncio. Caso a regra seja descumprida, a denúncia é encaminhada ao Ministério Público, que leva o caso para ser julgado na Justiça Eleitoral.
propaganda eleitoral irregular (Foto: Tatiana Santiago/ G1)Cavaletes colocados irregularmente em avenida da Zona Sul de SP (Foto: Tatiana Santiago/ G1)
tópicos:FONTE;G1

Imigrantes ciganos temem ter acampamento destruído pelo governo na França

Meio encoberto por um monte de metal emaranhado, eletrodomésticos danificados e lixo, um pôster de campanha do presidente François Hollande está pendurado no muro do lado de fora do abrigo de Adriana Dragoi, num miserável acampamento de ciganos em Stains, nos subúrbios pobres ao norte de Paris.
Dragoi, 19, é original da Romênia, mas vive na França desde os nove anos, coletando e vendendo metal descartado, mudando de bairro pobre para bairro pobre, obrigada pelas autoridades francesas instruídas a manter a ordem pública, diz ela.
Ainda assim, “aqui é bom”, diz ela, melhor do que a Romênia.
“Você pode encontrar metal descartado, tem dinheiro”, disse Dragoi num francês hesitante.
Ela diz que Hollande também a deixou animada com promessas de campanha para integrar melhor os imigrantes ciganos na sociedade francesa. Seu antecessor, Nicolas Sarkozy, ordenou a destruição dos acampamentos ciganos e a deportação de milhares de ciganos romenos e búlgaros que, sem vistos de trabalho, haviam superado o limite de estadia de três meses. (Como cidadãos de nações integrantes da União Europeia, entretanto, eles têm direito a retornar imediatamente, como muitos fizeram, inclusive Dragoi.)

Mesmo com Hollande no poder, ciganos esperam por mudanças na França

Foto 1 de 7 - Acampamento cigano em La Courneuve, na França Corentin Fohlen/The New York Times
Mas o governo de Hollande agora pretende destruir completamente este acampamento, um conjunto de entulho e casebres construídos com lixo e habitados por cerca de 200 homens, mulheres e crianças ciganos. Talvez, pensou Dragoi em voz alta, a ordem de expulsão seja anulada.
“Temos esperança”, diz ela. “Não sabemos ainda como ele é, Hollande.”
Durante sua campanha, Hollande prometeu que os acampamentos ciganos seriam destruídos apenas se “soluções alternativas” estivessem disponíveis.
“Não podemos continuar aceitando que as famílias sejam expulsas de um lugar sem uma solução”, escreveu Hollande numa carta para grupos humanitários, criticando a abordagem agressiva de Sarkozy em relação aos acampamentos.
Poucos meses depois de assumir a presidência, entretanto, a abordagem de Hollande se mostrou bastante parecida com a de seu antecessor, que atraiu amplas críticas – principalmente do Partido Socialista de Hollande – por sua campanha contra os acampamentos ciganos, que ele chamou de fontes de sujeira e crime. As autoridades demoliram vários acampamentos neste verão, deixando talvez 2 mil pessoas ou mais efetivamente sem lar.
Embora o governo tenha retirado recentemente algumas restrições de emprego para os romenos e búlgaros – a maioria dos ciganos estrangeiros na França são dessas duas nações –, críticos dizem que quase nada vem sendo feito para fazer com que os ciganos se integrem à sociedade francesa.
As demolições nos arredores de Paris, Lille e Lyon deixaram chocadas as organizações de ajuda, alguns veículos da imprensa e legisladores franceses. As operações aprofundam ainda mais o sofrimento de uma população que já é destituída, dizem.
“Tudo isso é particularmente decepcionante porque, obviamente, a abordagem assumida pelo governo do ex-presidente Nicolas Sarkozy teve implicações enormes em termos de violações aos direitos humanos”, disse Tara Bedard, diretora de programas no Centro de Direitos dos Ciganos Europeus.
Rita Izsak, especialista independente da ONU em assuntos de minorias, disse numa declaração que “os ciganos são cidadãos da União Europeia e a minoria mais marginalizada da Europa”. Ela considera deplorável o “tratamento discriminatório” que eles continuam a receber na França.
Espalhados por várias centenas de acampamentos ilegais, cerca de 15 mil a 20 mil ciganos estrangeiros moram na França, um número que não variou muito desde a queda da Cortina de Ferro. Quando deportados, eles costumam voltar, fugindo da discriminação e da pobreza na Romênia e na Bulgária.
Pesquisas sugerem que as expulsões são surpreendentemente populares entre o eleitorado francês, inclusive entre eleitores esquerdistas de Hollande, e o presidente está ansioso para combater as acusações da direita de que os socialistas são negligentes em relação ao crime.
“A esquerda no poder não diz respeito apenas à indignação, mas também à ação, a agir contra esses acampamentos”, disse o ministro de Interior Manuel Valls à rádio France Inter.
As ordens judiciais para as demolições, normalmente requeridas por funcionários locais preocupados com o crime e a mendicância que emanam dos acampamentos, serão executadas, disse Valls. Mas ele prometeu que “medidas de inserção” serão aplicadas “progressivamente”.
“Isto é uma política da esquerda”, disse ele. “É, ao mesmo tempo, fazer cumprir a lei e garantir que a integração, a justiça – através da escolaridade, treinamento, trabalho – se tornem realidade.”
Numa ordem publicada nesta semana, o governo pediu a funcionários de todo o país para proporem soluções para os ciganos quando possível e anunciou que estudaria iniciativas locais bem sucedidas.
Ainda assim, a “solução real” está nos países de origem, disse Valls, que precisam fazer mais para integrar seus próprios cidadãos e já receberam bastante financiamento europeu para fazer isso. Ele e o ministro de assuntos europeus, Bernard Cazeneuve, devem se encontrar em breve com funcionários na Romênia e Bulgária para discutir os ciganos.
Na França, grupos de defesa de direitos humanos há muito pediram a retirada das restrições de trabalho e viagem que afetam os ciganos. As restrições, implementadas na França e outros lugares em 2007 com a entrada da Romênia e da Bulgária na União Europeia, exigem que os romenos e búlgaros obtenham vistos de trabalho – outros cidadãos europeus não enfrentam as mesmas exigências – e limitam o emprego deles a determinados setores. Antes de o governo alterar a legislação esta semana, os empregadores eram obrigados a pagar um imposto de cerca de US$ 900 para cada pessoa contratada.
Continuará difícil encontrar emprego, entretanto, com a economia confusa e o desemprego em mais de 10%, e as restrições restantes sobre o emprego e viagens devem expirar em 2014.
“Eles têm um ano e meio para abrir totalmente o mercado de trabalho para cidadãos da Romênia e Bulgária”, disse Bedard, do Centro de Direitos dos Ciganos Europeus. “Não consigo ver nenhum motivo para dar passos pela metade nesse momento.”
“Gostaríamos que o governo francês reconhecesse que a forma como ele lidou com a situação até agora não produziu muitos resultados positivos”, continuou Bedard, observando que uma vasta maioria de ciganos estrangeiros na França ainda vive às margens da sociedade.
Em La Courneuve, outro subúrbio de Paris, Aurel Beadai mora num conjunto de trailers brancos e beges depredados, reunidos num espaço de terra e rocha perto de um viaduto numa rodovia. Ele chegou lá há um mês com sua família.
“Se eu conseguisse ganhar a vida na Romênia, não teria vindo para a França”, disse Beadai, 32, sentado sobre a cama de seus pais no minúsculo trailer onde ele vive com sua mulher, sua mãe, seu pai e dois filhos pequenos.
Ele coleta metal descartado nas ruas, empilhando-o num carrinho de supermercado roubado. O metal depois é vendido e derretido na cidade vizinha de Le Bourget. Ele recebe até US$ 25 por um dia de trabalho, diz ele, e encontrou sapatos e roupas para sua família no lixo. Não é fácil, disse ele com a ajuda de um intérprete, mas é melhor do que na Romênia, onde ele trabalhou por um tempo como varredor de rua, mas às vezes não tinha dinheiro para comer.
“Esperamos que ele melhore, que ele crie um espaço para os ciganos”, disse Beadai sobre o presidente francês.
Ainda assim, há uma ordem de expulsão para meados de setembro aqui.
Tradutor: Eloise De Vylder

Começa retirada da maior colônia ilegal israelense na Cisjordânia


Começa retirada da maior colônia ilegal israelense na CisjordâniaPoliciais israelenses retiram colonos do assentamento de Migron, na Cisjordânia

  • Policiais israelenses retiram colonos do assentamento de Migron, na Cisjordânia
Várias famílias de colonos israelenses começaram a abandonar voluntariamente neste domingo o assentamento ilegal de Migron, o maior da Cisjordânia ocupada, 48 horas antes do fim do ultimato da Suprema Corte de Israel.

Nas portas de algumas residências, os moradores escreveram "Migron, voltaremos" e "Nunca esqueceremos o sionismo"".

A colônia de Migron, ao norte de Ramallah, é a mais antiga da Cisjordânia e se tornou um símbolo do combate dos colonos contra as decisões da Suprema Corte, que acusam de adotar decisões sistematicamente contrárias a seus interesses.

Segundo documentos judiciais, Migron foi construída em maio de 2001 parcialmente em terras privadas palestinas sem autorização do governo israelense e deveria ter sido desmantelada há 10 anos. A colônia tinha 250 habitantes em 2009.

Mais de 340.000 israelenses vivem em colônias na Cisjordânia ocupada, quase 200.000 em uma dezena de bairros erguidos na parte leste de Jerusalém, ocupada e anexada por Israel desde junho de 1967.

Para a comunidade internacional esta anexação é ilegal, assim como as colônias israelenses nos territórios palestinos ocupados, que tenham sido ou não autorizadas pelo Executivo hebreu.fonte;uol

Cientistas prendem chip de rádio em mais de mil formigas no Reino Unido em 2012


Pesquisa visa desvendar comunicação de inseto da Grã-Bretanha.
Área estudada pela Universidade de York abriga vários ninhos de formiga

Cientistas da Universidade de York, no Reino Unido, prenderam chips de rádio em mais de mil formigas de uma espécie de floresta para estudar como elas se comunicam, seu comportamento e o trajeto que fazem entre seus ninhos.

02/09/2012

Flor-cadáver dos EUA desabrocha e atrai visitantes em universidade

Fenômeno raro foi acompanhado por biólogos e transmitido pela internet.
Florescimento ocorre após um cultivo mínimo de dez anos.

Floresceu no fim da tarde deste domingo (18) o exemplar de flor-cadáver (Amorphophallus titanum) mantido por biólogos em uma estufa da Universidade Cornell, dos Estados Unidos.
Visitantes e pesquisadores acompanharam o fenômeno raro, que foi gravado e transmitido ao vivo pela internet desde o último dia 13, quando a planta começou a desabrochar.
Flor-cadáver dos EUA (Foto: Reprodução)Visitantes na estufa da Universidade Cornell, nos EUA, na noite deste domingo interessados em conhecer o mais novo exemplar de flor-cadáver. (Foto: Reprodução)
Nativa da Indonésia, a espécie recebeu este nome devido ao forte odor que emite após a abertura de suas pétalas. Seu florescimento demora dias e é considerado um fenômeno raro. Isto porque um exemplar de flor-cadáver só passa por esse processo após um período mínimo de dez anos de cultivo.
Na transmissão é possível ver a movimentação de pessoas curiosas com o vegetal, que pode chegar a pesar até 200 kg. Antes, apenas biólogos ficavam no local realizando anotações e regando a planta.
Flor-cadáver dos EUA (Foto: Reprodução)A mesma flor-cadáver no sábado (17), ainda em processo de florescimento. (Foto: Reprodução)
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Site mostra áreas que podem alagar nos EUA devido a aquecimento global

Regiões que podem ser tomadas por água abrigam 5 milhões de pessoas. Mapa interativo permite fazer pesquisa por CEP e nível de gravidade.

A elevação do nível do mar pode atingir 1,2 metro até 2030, segundo o relatório "Elevação dos mares", publicado na quarta-feira (14). Mas o que isto significa? Para tornar mais concretos os resultados do estudo, os pesquisadores criaram um mapa interativo dos Estados Unidos que mostram em detalhes as áreas que poderão ser alagadas no país.
Além de ver cada quarteirão que será afetado, é possível pesquisar no site por nível de gravidade da elevação do mar (de 1 a 10 pés, ou seja, de cerca de 30 cm a 3 metros) e obter o número de pessoas, de casas e a área afetadas em cada caso.
Segundo a pesquisa, cinco milhões de pessoas vivem abaixo do nível de 1,2 metro nos Estados Unidos e podem ver suas casas tomadas pelas águas. A situação é mais grave em locais muito povoados nas proximidades do mar. Em 285 cidades, a maior parte delas na Flórida, metade da população vive em áreas abaixo deste limite.
"O aumento do nível do mar não é um problema distante que nós podemos deixar para nossos filhos resolverem. Os riscos são iminentes e sérios", afirmou Ben Strauss, coordenador do estudo, em material de divulgação. "O aquecimento global já está tornando as cheias costeiras mais comuns e devastadoras".
"Para preservar nossas cidades e riquezas costeiras, a nação precisa combater a emissão de gases do efeito estufa imediatamente. Além disso, precisa se preparar para enfrentar o aumento do nível do mar que já não pode ser evitado", alertou Strauss.
No site do relatório é possível pesquisar por estado, cidade e CEP as áreas que podem ser alagadas com o aumento do nível do mar. (Foto: Reprodução / Surging Seas)No site do relatório é possível pesquisar por estado, cidade e CEP as áreas que podem ser alagadas com o aumento do nível do mar. (Foto: Reprodução / Surging Seas)
A Flórida, onde fica Miami, é uma das áreas que mais sofreriam os impactos de uma elevação de 1,2 metro do nível do mar. (Foto: Reprodução / Surging Seas)A Flórida, onde fica Miami, é uma das áreas que mais sofreriam os impactos de uma elevação de 1,2 metro do nível do mar. (Foto: Reprodução / Surging Seas)
Mapa mostra o pior cenário possível em Nova York, com elevação de 3 metros do nível do mar. (Foto: Reprodução / Surging Seas)Mapa mostra o pior cenário possível em Nova York, com elevação de 3 metros do nível do mar. (Foto: Reprodução / Surging Seas)
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Instituto libera vídeo de tubarão sendo pescado por dirigível nos EUA

Gravação de 1934 mostra pesca 'inusitada' nos arredores de Miami.
Pescador recebe cumprimentos, em filmagem de 57s em preto-e-branco.


Tubarão pescado é erguido até dirigível nos arredores de Miami, nos EUA (Foto: Smithsonian.com/Reprodução)Tubarão é pescado por dirigível nos arredores de Miami, nos EUA (Foto: Smithsonian.com/Reprodução)
Um vídeo disponibilizado no site do Instituto Smithsonian, nos Estados Unidos, mostra uma pesca inusitada: um tubarão é fisgado a partir de um dirigível nos arredores de Miami, na Flórida (veja o vídeo).
A gravação em preto-e-branco, filmada em 1934, mostra o tubarão sendo içado lentamente pela aeronave. O animal se debate, tenta voltar para a água e vai sendo suspenso no ar pelo dirigível.
As imagens duram 57 segundos. Os pilotos do dirigível e o pescador são vistos no fim da filmagem ao lado do tubarão, recebendo cumprimentos. O animal parece ter o tamanho de um ser humano, com aproximadamente 1,60 metros de altura.
Tubarão se debate, mas acaba sendo pescado por dirigível em Miami (Foto: Smithsonian.com/Reprodução)Tubarão se debate, mas acaba sendo pescado por dirigível em Miami (Foto: Smithsonian.com/Reprodução)
Tripulação de dirigível recebe cumprimentos após o feito (Foto: Smithsonian.com/Reprodução)Tripulação de dirigível recebe cumprimentos após o feito (Foto: Smithsonian.com/Reprodução)
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Baleias encalham na costa da Flórida, e pelo menos 17 delas morrem

Animais encalharam em Fort Pierce, no centro-sul do estado.
Cinco foram levadas a um centro de reabilitação.

Pelo menos 22 baleias-piloto encalharam na costa atlântica da Flórida no sábado, e ao menos 17 delas acabaram morrendo de causas naturais ou foram sacrificadas pelas autoridades.
As baleias encalharam em Fort Pierce, no centro-sul do estado, onde as baleias, incluindo pelo menos dois filhotes, foram encontradas mais ou menos às 9h do horário local.
Cinco animais foram levados para um centro de reabilitação, mas não foi possível salvar os demais, apesar dos esforços de biólogos e voluntários durante todo o dia..
As baleias-piloto, que são consideradas muito inteligentes, frequentemente encalham em praias ao redor do mundo.
Tais incidentes têm sido muitas vezes atribuídos à infestação de parasitas que afetam o cérebro das baleias e a sua capacidade de permanecer na rota. Elas normalmente ficam em águas profundas, onde se alimentam de uma dieta que inclui lulas e polvos.
Machos de baleias-piloto, que são normalmente pretos e maiores do que as fêmeas, podem chegar a medir seis metros e pesam até três toneladas.
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