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16/09/2012

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Cientistas querem conhecer seres microscópicos que vivem na areia

Organismos da meiofauna são encontrados em ambientes marinhos.
Cientistas da USP fizeram vídeo com análise de seres desse ecossistema.

Ir à praia deixou de ser apenas uma maneira de diversão e descanso para cientistas da Universidade de São Paulo (USP).

Em vez de apenas colocar a cadeira e os pés na areia para descansar, eles decidiram investigar a vida que existe entre os grãos de sedimentos.
O objetivo dos pesquisadores do Centro de Biologia Marinha da USP (Cebimar) é divulgar a existência de seres minúsculos, impossíveis de serem vistos a olho nu e inofensivos a humanos, mas que podem ser grandes colaboradores na manutenção da qualidade da água e na indicação de problemas ambientais, como a poluição de ambientes marinhos.
São organismos menores que um milímetro que vivem em um ecossistema chamado de meiofauna. De cores e formatos diferentes, alguns até com aparência assustadora, esses pequenos bichos podem ser encontrados em qualquer parte dos oceanos. Já são 15 mil espécies descobertas, o que representa cerca de 10% do total esperado -- ou seja, há muito que descobrir.
“São seres importantes  e são aplicados em diferentes processos, como a decomposição de matéria orgânica e na remineralização (reciclagem de nutrientes), função importante para alimentação de espécies como os fitoplânctons", explica Fabiane Gallucci, pós-doutoranda em Biologia Marinha no Cebimar e uma das autoras do vídeo “Vida entre grãos”, elaborado pela instituição para explicar a meiofauna ao público em geral (veja o vídeo na íntegra aqui).
Para exemplificar a quantidade de organismos que podem ser encontrados em uma pequena quantidade de sedimentos, Fabiane afirma que se uma pessoa encostar a mão na areia da praia e verificar a existência de grãos na palma da mão, nessa pequena quantidade podem existir, pelo menos, 600 “bichinhos” de diferentes espécies. Mas não se preocupe, porque esses bichos não são parasitas humanos.
ácaro (Foto: Cebimar/USP)Espécie de ácaro que é encontrado em sedimentos marinhos (Foto: Cebimar/USP)
Qualidade do ambiente
Em projeto realizado no Litoral Norte de São Paulo, os pesquisadores querem verificar como essas espécies podem contribuir para monitorar a qualidade da água.

Análises feitas no Canal de São Sebastião, faixa de mar existente entre as cidades de São Sebastião e Ilhabela usada como rota de navios, vão ajudar os cientistas a melhorar a aplicabilidade dessas espécies para verificar os níveis de poluição naquela área.
Segundo Fabiane, o canal de São Sebastião sofre com a emissão de esgoto doméstico das duas cidades (lançados no mar) e com a contaminação por meio de tintas utilizadas em navios. "Os organismos da meiofauna funcionariam como bioindicadores dos poluentes. Alterações de comportamento das espécies poderiam indicar problemas, (...) mas o que estamos fazendo no momento são testes", explica.
De acordo com Álvaro Migotto, vice-diretor do Cebimar/USP, não perceber que esses organismos podem ser contaminados por algum problema ambiental representaria uma contaminação expandida para diversas cadeias alimentares. Para ele, divulgar mais detalhes sobre esse ecossistema no Brasil é uma forma de incentivar a pesquisa, já que existe, segundo ele, pouco material sobre o assunto.
molusco-gastrópode_aa (Foto: Cebimar/USP)Exemplar de molusco-gastrópode. Olhando de longe, até parece uma baleia, mas esse organismo mede menos que um milímetro. É impossível observá-lo sem a ajuda de um telescópio (Foto: Cebimar/USP)
fonte;g1

Agricultores americanos enfrentam a pior seca dos últimos 50 anos

A seca nos EUA atingiu quase todo o país e a cultura mais afetada é o milho. A produção do grão deverá cair quase 28% em relação às previsões.

A seca que atinge os Estados Unidos levou o Ministério da Agricultura do país, maior produtor mundial de grãos, a reduzir ainda mais as previsões para a safra. A cultura mais afetada pela estiagem é o milho, que deverá ter queda na produção de quase 28% em relação às previsões iniciais. Já a queda na safra de soja deverá ficar em 18%.
No estado de Indiana, em Hartford City, um dos maiores produtores de grãos da região, Jim Kline, perdeu quase toda a produção de milho. Porém, as chuvas de julho e a passagem do furacão Isaac levaram água suficiente para uma boa safra de soja. Com os preços altos, ele espera um lucro histórico.
Cerca de 80% do milho e da soja nos Estados Unidos estão cobertos por um seguro. Segundo a seguradora estadual de Indiana, 98% dos agricultores devem acionar o benefício.
Entre os pecuaristas, a situação é ainda mais grave. O milho é o principal ingrediente da ração animal e, por causa da seca, o preço do grão disparou. Com isso, o gasto para manter o rebanho ficou insustentável e muitos fazendeiros tiveram que vender os animais, causando queda nos preços.
Segundo a economista Corinne Alexander, essa situação deve permanecer por pelo menos um ano: “Eles têm que comprar esse milho caríssimo, mas não vão ter um crescimento no preço do produto deles. Muitos estão falindo”.
A alimentação dos animais sempre foi o gasto número um do criador de porcos Brent Waibel. Além da disparada do preço dos grãos, o valor do porco caiu 10% desde maio, fenômeno que os criadores brasileiros também estão vivendo. “O custo da produção ficou muito alto. É minha maior despesa e ela não para de crescer. É muito incerteza e medo. O preço da alimentação é muito alto”, relata.
Ao contrário dos produtores de grãos, a maioria dos pecuaristas não tem seguro. Brent prefere seguir sem ajuda do governo. Ele fez as contas e decidiu manter a produção no mesmo padrão, usando as economias dos anos anteriores para cobrir os prejuízos e confiando que no ano que vem o mercado estará melhor.
As perdas nos Estados Unidos chegam a 15 milhões de toneladas de soja e a 102 milhões de toneladas de milho. Essa situação alterou os preços internacionais: a soja valorizou mais de 20% em um ano e o milho voltou a registrar os altos preços do ano passado.
Veja no vídeo, a entrevista completa com o coordenador do Centro de Agronegócios da Fundação Getúlio Vargas, Roberto Rodrigues, que explica como os preços dos grãos interferem na economia.
fonte;g1

Lei da Ficha Limpa barra ao menos 868 candidatos no país

Levantamento contém dados parciais dos TREs e Procuradorias.
Candidatos 'sub judice' ainda podem recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral.

Pelo menos 868 candidatos a prefeito, vice-prefeito e vereador em todo o país foram barrados com base na Lei da Ficha Limpa pelos Tribunais Regionais Eleitorais, segundo levantamento do G1 com base nas decisões da segunda instância da Justiça Eleitoral.
DADOS DE CANDIDATURAS BARRADAS POR LEI DA FICHA LIMPA NOS TREs
AC 2
AL 6
AM 9
AP 6
BA 31
CE 176
ES* 5
GO Não informou
MA 28
MG 148
MS 4
MT 35
PA 44
PB 50
PE 16
PI 31
PR Não informou
RJ 12 (até julho)
RN 23
RO 15
RR 17
RS 65
SC 37
SE 4
SP 76
TO 28
*Somente candidatos a prefeito
Fonte: Tribunais Regionais Eleitorais e Procuradorias Regionais Eleitorais
Os dados são parciais e foram fornecidos pelos TREs e Procuradorias Regionais Eleitorais de 23 estados (veja na tabela ao lado).
O número de barrados representa 0,2% do total de 481.156 candidaturas registradas no país pelo TSE. Até a sexta-feira (14), eram 450.521 registros de candidatos aptos e 30.425 inaptos, ou seja, que não cumpriram os requisitos determinados pela Justiça Eleitoral para se candidatar.
Os candidatos que tiveram o registro indeferido em primeira instância, pelo juiz eleitoral, puderam recorrer aos TREs. O prazo para o julgamento dos recursos nos tribunais estaduais terminou no dia 23 de agosto. Nesta data, todos os processos e resultados já deviam ter sido encaminhados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Ao todo, 13 estados informaram ter julgado todos os casos de registro de candidatura. Os demais afirmaram restar poucos processos a serem analisados. O estado que mais possui processos pendentes é São Paulo: cerca de 200, segundo o TRE-SP.
O TSE informou ter recebido 2.598 recursos de candidatos até a sexta-feira (14), mas não possui levantamento sobre quantos se referem especificamente à Lei da Ficha Limpa. A estimativa da Corte é que o total de processos ultrapasse 15 mil nesta eleição. Na última, foram em torno de 5 mil.
Até a publicação desta reportagem, os tribunais de Paraná, Goiás e Acre não possuíam os números relativos à Lei da Ficha Limpa. O TRE da Bahia não possui o levantamento, mas forneceu todas as decisões tomadas até a sexta (14). O TRE do Rio de Janeiro não forneceu nenhum dado.
Candidato continua na disputa
Segundo a lei eleitoral, os candidatos barrados em segunda instância com direito a recurso podem continuar concorrendo normalmente até a decisão definitiva do TSE. Por isso, a grande maioria dos candidatos barrados nos TREs pode ser eleita no dia 7 de outubro, data das eleições municipais.
A Lei da Ficha Limpa também não impede a propaganda, mas cabe ao candidato e ao partido avaliarem o risco de continuar as campanhas depois do indeferimento. Isso porque, de acordo com a legislação eleitoral, a candidatura chamada “sub judice”, pendente de decisão final, não conta votos para a legenda no quociente eleitoral.
Enquanto não há definição pelo TSE, os votos do candidato que decidiu continuar na disputa são apenas contabilizados, mas aparecem como resultado final zero enquanto “aguardam” a liberação do registro. Caso a candidatura seja barrada em definitivo, os votos são descartados.
Se o TSE não julgar os recursos a tempo, o candidato "sub judice" também pode ser considerado o vencedor de uma eleição até a posse, mas não será o diplomado no cargo. Nesse caso, quem toma posse é o segundo colocado. Isso porque a lei exige o registro de candidatura deferido para exercer o mandato.
Já se a decisão definitiva for de deferimento, seus votos podem passar a contar na eleição e alterar o cenário eleitoral como um todo. Os casos mais complexos podem chegar ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Ficha Limpa
A Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 135) começa a valer na prática nesta eleição e inclui situações ocorridas antes da vigência da norma. Entre elas, barra políticos condenados pela Justiça em decisão colegiada (por mais de um desembargador), mesmo em processos não concluídos.
A lei também impede a candidatura do político que renunciar ao mandato quando já houver representação ou pedido de abertura de processo, aumentando o período de inelegibilidade para o que resta do mandato, mais oito anos. Antes, ia de 3 a 8 anos.
O projeto surgiu da iniciativa do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), que reuniu mais de 1,6 milhão de assinaturas de eleitores desde o lançamento da proposta, em setembro de 2009.
fonte;g1

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