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A Conspiração Dos EUA Contra o Brasil




01/01/2013

Documentário A Batalha Do Rio da Prata



01/01/2013


Brasileiro segue otimista com economia 2013


O "pibinho" não abalou as expectativas dos brasileiros.
Apesar do desempenho pífio da economia em 2012, com crescimento que deve ficar abaixo de 1%, quase metade dos brasileiros acredita que a economia do país vai melhorar nos próximos meses.
Empresariado mostra confiança com moderação
Esse otimismo moderado apareceu em pesquisa nacional feita pelo Datafolha em 13 de dezembro, em 160 municípios. Para 44% dos 2.588 entrevistados, a economia vai melhorar; 38% acreditam que ficará como está e 13% acham que vai piorar. Não opinaram 5%. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
Em janeiro de 2012 --antes, portanto, do PIB decepcionante--, a percepção dos brasileiros sobre o futuro da economia era praticamente a mesma: 46% achavam que ia melhorar, 13% apostavam em uma piora e 37% acreditavam que ficaria igual.
Os brasileiros com renda entre cinco e dez salários mínimos são os mais otimistas: 48% apostam na melhora da economia. Os mais pessimistas são os de maior renda (mais de dez salários mínimos) --16% acreditam que a situação vai piorar. A renda dos 10% mais pobres da população foi a que mais cresceu entre 2001 e 2009.
SITUAÇÃO PESSOAL
Os entrevistados se mostram esperançosos quanto à sua situação econômica. A maioria, 57%, acha que sua situação pessoal vai melhorar, enquanto 31% acreditam que ela não vai mudar. Apenas 8% dizem que vai piorar.
O desemprego tampouco desperta preocupações. A taxa medida pelo IBGE ficou em 4,9% em novembro, a menor para o mês desde 2002.
Segundo o Datafolha, 33% dos brasileiros acham que o desemprego vai diminuir; 31%, que vai ficar como está, e 33%, que vai subir --resultado semelhante ao da pesquisa de janeiro.
Mas o brasileiro se mostra mais receoso em relação à inflação, que deve ficar acima do centro da meta de 4,5% em 2012. Segundo última pesquisa do Banco Central de 2012, a estimativa de mercado é que o IPCA feche o ano em 5,71%. Segundo o Datafolha, 44% das pessoas acham que a inflação vai subir; 13%, que vai diminuir, e 37%, que vai ficar como está.
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Governo federal pretende abrir 40.700 vagas no serviço público em 2013


O governo federal prevê a abertura de 40.700 vagas no Poder Executivo para o ano que vem. Do total, 37.183 são para preencher cargos vagos e 3.517 são para substituir funcionários terceirizados.
Os números estão previstos no relatório final para o Orçamento de 2013, que precisa ser votado pelo Congresso nesta semana.
Os cargos deverão ser preenchidos por novos concursos ou por seleções que ainda estiverem válidas.
Segundo o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, a previsão leva em conta só o número de postos que a pasta prevê que precisará ao longo do ano. Assim, descarta as chances que precisam ser criadas e aprovadas por projetos de lei.
Além disso, como as oportunidades no setor público são negociadas entre o governo e os órgãos, o número pode sofrer variações.
Para o Planejamento, as áreas prioritárias serão educação, saúde e segurança pública. Também estão previstas chances para os setores de desenvolvimento econômico, produtivo e ambiental, de articulação governamental e gestão, de infraestrutura, de regulação, de política externa e de defesa nacional.
MAIS CHANCES
Para o Poder Legislativo, a previsão é criar 892 cargos vagos. Para o Judiciário, o total de cargos vagos previstos é de 5.907. No Ministério Público da União, 352.

Editoria de Arte/Folhapress
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REALIDADE 2013 Após crise, jovens são novos sem-teto dos EUA

      

DO "NEW YORK TIMES", EM SEATTLE
Duane Taylor estudava ciências humanas numa faculdade pública e vivia num apartamento quando perdeu o emprego. Então ele encontrou um segundo emprego, e o perdeu. E um terceiro.
Agora, com "padrões reduzidos" e um emprego incerto num fast-food de Seattle, Taylor, 24, não ganha o suficiente para alugar um apartamento ou dividir um com outra pessoa. Ele dorme numa esteira num abrigo para sem-teto, exceto quando passa a noite no sofá de sua irmã.
"Posso perder meu emprego a qualquer momento", diz ele. "Quero conseguir me sustentar. É minha única meta."
Dezenas de milhares de jovens subempregados ou desempregados nos EUA, muitos com histórico de trabalho ou de estudo universitário, têm dificuldade em encontrar moradia na esteira da recessão, que deixou aqueles entre 18 e 24 anos com o índice de desemprego mais alto.
Jovens que podem voltar a viver com os pais --"o contingente bumerangue"-- têm sorte. Isso não é possível para famílias como a de Taylor, vítimas da recessão. A mãe dele mal pode se sustentar trabalhando em uma lavanderia.
Sem endereço estável, eles formam um grupo que, em sua maioria, dorme em sofás em casas de amigos ou escondidos em carros na esperança de evitar o estigma de ser sem-teto, em uma fase difícil que esperam ser temporária.
PROBLEMA INVISÍVEL
Esses adultos jovens formam o novo rosto da população americana de sem-teto. Mas o problema se conserva, em sua maior parte, invisível.
A maioria dos governos volta a atenção às famílias de sem-teto e não se esforça para identificar adultos jovens, que tendem a evitar abrigos.
O índice de desemprego e o número de adultos jovens que não podem pagar a faculdade "apontam para um aumento dramático no número de sem-teto" dessa faixa etária, disse Barbara Poppe, diretora do Conselho Americano Interagências sobre Sem-Teto.
O governo lançou uma iniciativa em nove comunidades, em sua maioria em cidades grandes, para buscar pessoas de 18 a 24 anos sem endereço fixo. Nova York, Houston, Los Angeles e Boston estão entre elas. "Uma de nossas primeiras abordagens é buscar uma estimativa mais exata", disse Poppe, cuja agência coordena o esforço.
Os setores que prestam serviços aos pobres dizem que a recuperação econômica não está aliviando o problema.
"Anos atrás, não víamos universitários esperando para falar com assistente social porque estão vivendo na rua", disse Andrae Bailey, do Centro Comunitário de Alimentação e Apoio, uma organização beneficente da Flórida. "Hoje isso é comum."
Los Angeles fez a primeira tentativa de contabilizar os casos em 2011. Foram 3.600, mas os abrigos só tinham capacidade para 17% deles.
"Os outros ficam por conta própria", declarou Michael Arnold, da Autoridade de Serviços para Sem-Teto de Los Angeles. "Quando se inclui quem está dormindo em sofás, esse número aumenta exponencialmente."

VERDADE OCULTA POLITICA BRASIL 2013 Obra do 'Velho Chico' retalha propriedades



As obras estão atrasadas e paradas em vários trechos, mas sertanejos que tiveram propriedades cortadas pelos canais da transposição do rio São Francisco querem saber como chegarão ao outro lado de suas terras quando a água começar a correr.

Agricultores perderam suas fontes de água

A preocupação dos moradores é que eles sejam obrigados a andar quilômetros na caatinga para chegar à parte isolada de suas propriedades. 

01/01/2013

VERDADE BRASILEIRA PARA 2013 Em 2013, governos devem gastar ao menos R$ 2.243 por aluno de escola pública 23

Os governos devem gastar no mínimo R$ 2.243,71 por aluno da educação básica pública no ano de 2013. O valor foi definido pelo MEC (Ministério da Educação) e publicado nesta segunda-feira (31) no Diário Oficial da União. O montante representa um aumento de R$ 152,34 em relação aos gastos de 2012: R$ 2.091,37.
Esse valor é referente às séries iniciais do ensino fundamental de áreas urbanas. As UFs (Unidades Federativas) têm liberdade para investirem mais do que isso por aluno. Aquelas que não conseguem atingir este patamar recebem complementação do governo federal, por meio do Fundeb (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais de Educação).
A estimativa é de que sejam investidos em educação básica R$ 116,77 bilhões em 2013, sendo que R$ 9,6 bilhões devem ser distribuídos aos Estados e municípios pelo Fundeb.

Para comparar

Os gastos com o ensino médio na rede pública são baixos quando comparados aos custos da rede privada. No ensino médio urbano, o Estado com a maior estimativa de gasto por aluno da escola pública é Roraima, que deve despender R$ 4.395,23 por estudante durante todo o ano letivo. Em seguida, aparece o Espírito Santo, com gasto anual por aluno de R$ 3.870,35.
Nove Estados estão entre os que menos investem por estudante nesta etapa de ensino, apenas R$ 2.692,45 por ano.
Enquanto isso, os pais chegam a pagar R$ 3.253 ao mês para que os filhos estudem na rede privada em uma das dez melhores escolas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2011.

VALOR ANUAL POR ALUNO DO ENSINO MÉDIO URBANO ESTIMADO PARA 2013

Acre R$ 3.404,16
Alagoas R$ 2.692,45
Amazonas R$ 2.692,45
Amapá R$ 3.816,47
Bahia R$ 2.692,45
Ceará R$ 2.692,45
Distrito Federal R$ 3.454,48
Espírito Santo R$ 3.870,35
Goiás R$ 3.253,11
Maranhão R$ 2.692,45
Minas Gerais R$ 2.838,94
Mato Grosso do Sul R$ 3.228,99
Mato Grosso R$ 2.706,77
Pará R$ 2.692,45
Paraíba R$ 2.692,45
Pernambuco R$ 2.692,45
Piauí R$ 2.692,45
Paraná R$ 2.775,37
Rio de Janeiro R$ 3.051,87
Rio Grande do Norte R$ 2.820,66
Rondônia R$ 3.168,29
Roraima R$ 4.395,23
Rio Grande do Sul R$ 3.527,19
Santa Catarina R$ 3.367,44
Sergipe R$ 3.171,27
São Paulo R$ 3.793,52
Tocantins R$ 3.497,97
  • Fonte: MEC

"Fantasma do corredor" atira contra estudante de 16 anos, no Sul de Minas




 
A polícia ainda tenta localizar, nesta segunda-feira (31), um suspeito de tentar matar um estudante em Alpinópolis, no Sul de Minas. O adolescente, de 16 anos, passou por um susto ao chegar em casa no domingo (30), dez minutos antes da meia-noite, no bairro Santa Efigênia.
Ele foi surpreendido por um homem armado, agachado no corredor da casa, enrolado em um lençol de cor branca. O “fantasma do corredor” disparou três vezes contra o jovem, que foi atingido por dois deles. Em seguida, o homem fugiu e não foi mais visto, conforme os policiais do 18º Batalhão da Polícia Militar.
A vítima foi socorrida para o Hospital de Pronto-Socorro por uma ambulância. O adolescente segue internado, após ser atingido de raspão no braço e na perna. Ele não corre risco de morte. A razão do ataque e a autoria são desconhecidos. O crime será investigado pela Polícia Civil da cidade.
fonte;hoje em dia

2013 Site calcula preço de viagens para ver jogos da Copa das Confederações

Resultado leva em conta ingresso, passagem aérea e hospedagem.
Preços são apenas referência e foram calculados em novembro.


A Copa das Confederações é apenas em junho de 2013, mas quem vai viajar para ver os jogos já pode ter uma ideia de quanto custa ir a uma das seis capitais onde serão realizados os jogos.

A agência de viagens online Decolar.com fez o cálculo da somatória de ingresso, passagem aérea e hospedagem, partindo de quatro cidades brasileiras diferentes. Foram considerados o preço de uma entrada para arquibancada, o valor do bilhete de ida e volta mais barato disponível e uma noite de hospedagem também no hotel de menor custo para a data de cada jogo.

Os preços foram pesquisados em novembro de 2012 e são apenas uma referência, estando sujeitos a alterações. A pré-venda de ingressos para os jogos da Copa das Confederações, que terminou no dia 30 de novembro, teve resultado considerado recorde, com mais de 127 mil entradas vendidas – 90% delas para brasileiros.

De acordo com o levantamento da Decolar, quem vai pagar mais barato pela viagem é quem sai do Rio de Janeiro. Partindo dessa cidade, é possível pagar R$ 406 para ir a Brasília ver a disputa de abertura entre Brasil e Japão, por exemplo, que acontecerá no dia 15 de junho. O mesmo tipo de pacote ficaria em pelo menos R$ 414 para sair de São Paulo, R$ 552 saindo de Curitiba e R$ 608, de Porto Alegre.

É do Rio também que sai a viagem mais barata de todas as pesquisadas, para ver o jogo do dia 17/6 em Belo Horizonte. O preço encontrado foi de R$ 360. Já para o jogo da final, em 30/6, no Maracanã, o menor preço obtido foi para saídas de São Paulo: R$ 453. O valor mais caro da pesquisa foi o do pacote de Porto Alegre para Fortaleza no dia 19/6: R$ 991.
Confira a seguir o infográfico que traz a estimativa do preço das viagens.
Copa Confederçações Vale Este (Foto: Editoria de Arte/G1)

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