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APRENDENDO COM AS HISTÓRIAS DO PADRE LÉO

Protesto contra o governo termina em violência no Peru

Milhares de manifestantes foram às ruas no Peru protestar contra uma lei do governo que pode restringir a autonomia das universidades e introduzir avaliações de desempenho para funcionários do setor público. A polícia respondeu com gás lacrimogêneo e canhões de água, enquanto estudantes e servidores públicos tentavam se aproximar do palácio presidencial em Lima. O presidente Ollanta Humala afirma que a nova lei vai melhorar a qualidade dos serviços do governo. Para críticos, vai gerar desemprego. O líder peruano, um ex-militar que foi eleito em 2011 com uma agenda de esquerda, tem sido criticado por adotar políticas liberais, como privatizações. Os protestos já se espalham para outras cidades do país e podem sacudir a relativa estabilidade da qual o governo vinha desfrutando até pouco tempo.

Mosca ‘assassina’ deposita larva para decapitar formigas ’invasoras’ EM 2013


Mosca ‘assassina’ deposita larva para decapitar formigas ’invasoras’





Formigas que se alastram pelo sul dos Estados Unidos são alvo de estudo científico no país


É uma história digna de um filme de Halloween.

Uma praga de formigas alienígenas se alastra por um país, atacando tanto seres humanos quanto a vida selvagem, deixando um rastro de mortes.


0707/2013

Estudo identifica proteína que 'dirige' conversão de aprendizado em memória

Estudo identifica proteína que 'dirige' conversão de aprendizado em memória




Falta da proteína Arc poder ter relação com Alzheimer e autismo
Cientistas encontraram novas informações sobre a função de uma importante proteína no cérebro utilizada no processo que transforma o aprendizado em memória de longo prazo.
Em artigo na revista científica Nature Neuroscience, eles afirmam que mais pesquisas sobre o papel da proteína Arc (actin-regulated cytoskeleton) poderia ajudar na busca por novos tratamentos contra doenças neurológicas.
A mesma proteína pode ser um fator atuante no autismo, dizem os cientistas. Pesquisas recentes detectaram a falta da proteína Arc no cérebro de pacientes de Alzheimer e indicado que a função da proteína era crucial.
Para o professor de neurologia e fisiologia da Universidade da Califórnia Steve Finkbeiner, que liderou a nova pesquisa, "cientistas já sabiam que a Arc estava envolvida na memória de longo prazo, porque estudos em cobaias com falta dessa proteína podiam aprender novas tarefas, mas falhavam ao tentar lembrá-las no dia seguinte".
Os novos experimentos, mais aprofundados, revelaram que a proteína Arc age como um "regulador mestre" dos neurônios durante o processo de formação da memória de longo prazo.
A pesquisa revelou que, durante a formação da memória, certos genes eram ativados e desativados em intervalos de tempo específicos para que fossem geradas as proteínas que ajudam os neurônios a estabelecer novas memórias.

Direção

Os cientistas descobriram que a proteína Arc "dirigia" esse processo, a partir do núcleo do neurônio.
Finkbeiner disse que pessoas com falta dessa proteína poderiam ter problemas de memória.
"Cientistas descobriram recentemente que a Arc se esgotava no hipocampo - o centro da memória no cérebro - em pacientes de Alzheimer."
"É possível que estas interrupções durante o processo de controle homeostático possam contribuir para o aprendizado e para os deficit de memória em pacientes de Alzheimer."
A pesquisa também confirmou que disfunções na produção e transporte da proteína Arc podem ter uma papel-chave no autismo.
A Síndrome do X Frágil, por exemplo, vista como uma causa comum tanto de autismo como de retardo mental, afeta diretamente a produção de proteína Arc em neurônios.
O time californiano de cientistas afirmou que mais estudos são necessários sobre a função da proteína Arc para a saúde humana.
Eles ressaltaram que entender o papel da Arc em doenças poderia contribuir para uma maior compreensão desses problemas e ajudar na criação de novas estrategias terapêuticas para combatê-las.
fonte;bbc brasil

Mergulhador fotografa divisão entre placas tectônicas na Islândia em 2013


Mergulhador fotografa divisão entre placas tectônicas na Islândia em 2013

GALERIA DE FOTOS: MERGULHO EM MEIO A PLACAS TECTÔNICAS



O fotógrafo britânico Alexandet

O fotógrafo britânico Alexander Mustard registrou o mergulho que ele e outros colegas fizeram na fenda entre as placas tectônicas da América do Norte e da Eurásia.

07/07/2013

Ação humana coloca planeta em nova época geológica, dizem cientistas

Ação humana coloca planeta em nova época geológica, dizem cientistas


Paisagem no Arizona | Foto: BBC
Rochas sedimentares e fósseis serão utilizados para determinar nova época geológica
A atividade humana transformou o planeta de forma tão permanente e vasta nos últimos dois séculos que a Terra entrou em uma nova época geológica, a Antropocena.
É o que defendem cientistas e geólogos que discutirão nesta semana o impacto da ação humana e da natureza sobre os sistemas hídricos globais, na conferência Water in the Anthropocene (Água no Antropoceno, em tradução livre), organizada pelo Global Water System Project (GWSP), em Bonn, na Alemanha.
De acordo com os pesquisadores, o crescimento populacional, a construção de metrópoles, o desmatamento e o uso de combustíveis fósseis provocaram um efeito no planeta comparável ao derretimento de geleiras ocorrido há 11.500 anos ─ evento que marca o início da época Holocena na escala de tempo geológico.
A escala de tempo geológico estabelece eones, eras, períodos, épocas e idades que permitem categorizar as diferentes fases que vão da formação da Terra ao presente.
O termo "Antropoceno", cunhado pelo Prêmio Nobel de Química Paul Crutzen em 2000 e adotado por parte da comunidade acadêmica na última década, ainda não é reconhecido oficialmente.
Segundo a Comissão Internacional de Estratigrafia (ICS, em inglês), responsável pela definição da escala de tempo da Terra, estamos, ainda, na época Holocena (iniciada há 11.500 anos).
A Holocena, por sua vez, faz parte de espaços de tempo geológicos mais extensos: o período Quaternário (há 1,8 milhões de anos), a era Cenozoica (há 65 milhões de anos) e o éon Fanerozoico (há 543 milhões de anos).
Para uma ciência que trabalha com escalas relativas à história de 4,5 bilhões de anos da Terra, o surgimento do homem (cerca de 200 mil anos atrás) é um fenômeno recente e por isso costumava ocupar uma posição periférica nos estudos geológicos.
Pela primeira vez, no entanto, o assunto está sendo analisado formalmente ─ a ICS convocou especialistas que tem até 2016 para analisar os estratos geológicos e definir o que seria o fim da época Holocena e o início da Antropocena.

Indícios do Antropoceno

"O Brasil, que é o segundo país mais rico em água do mundo, exporta não somente produtos agrícolas, mas também exporta virtualmente seus recursos naturais para balancear a ausência de água ou nutrientes do solo em outros países."
Janos Bogardi, vice-reitor da Universidade da ONU
"Reconhecer a ideia do Antropoceno é reconhecer o impacto irreversível das atividades do homem, que afetam não somente os sistemas de água e recursos naturais do planeta, mas também o que essas ações significam no futuro das espécies", disse à BBC Brasil Janos Bogardi, vice-reitor da Universidade da ONU e um dos moderadores da conferência em Bonn.
Para demarcar mudanças na escala de tempo geológica como a proposta do Antropoceno, geólogos analisam marcas deixadas em rochas sedimentares e organismos fossilizados.
Segundo os especialistas da GWSP, o homem move mais rochas e sedimentos do que as forças do gelo, do vento e da água, acelera processos de erosão e libera mais nitrogênio no ar do que plantas e outros organismos seriam capazes, principalmente desde a segunda metade do século 21.
Mais do que ocupar a superfície da Terra de forma extensa, ─ como já aconteceu em épocas anteriores ─ a urbanização, a globalização e o estilo de vida do homem contemporâneo estão transformando a forma como o planeta funciona.
Dados da GWSP comprovam que a ação humana é responsável pelo desmatamento de uma área do tamanho da América do Sul para agricultura e outra do tamanho da África para pecuária, o que teria impactado o clima, o solo e a vida de espécies no planeta.

Exportações indiretas

Pequim | Foto: AFP
Ação humana teria causado mudança de Holoceno para Antropoceno
Para Bogardi, classificar o atual capítulo da história da Terra de Antropoceno funcionaria não somente como uma mera nomenclatura, mas como um alerta. "As consequências das ações do homem não afetam o planeta apenas de forma local, mas provocam coletivamente um impacto na constituição da Terra e discutir isso serve para minimizar as consequências e danos irreversíveis que afetariam o globo da pior forma no futuro", diz.
"O Brasil, que é o segundo país mais rico em água do mundo, somente atrás da Rússia, exporta não somente produtos agrícolas para países europeus, mas também exporta virtualmente seus recursos naturais para balancear a ausência de água ou nutrientes do solo em outros países."
De acordo com Bogardi, o Brasil exporta de forma indireta ─ durante os processos de produção agrícola e pecuária para exportação ─ 5,7 quilômetros cúbicos de água por ano somente para a Alemanha.
Por isso, ele defende, debater o uso dos recursos como a água não seria apenas papel do Brasil, mas de um esforço conjunto de países. Mas a discussão sobre a nova época Antropocena seria tanto sobre as "más notícias" e desafios, como sobre oportunidades e qualidades.
"Parte do crescimento econômico e desenvolvimento social que o Brasil vive hoje vem dessa enorme potencialidade do uso de recursos, por exemplo, então a proposta não é acabar com a ação humana no planeta, mas debater como fazer isso de forma sustentável para o futuro", explica.
FONTE;BBC BRASIL

Micróbios serão 'últimos sobreviventes' no planeta Terra

Micróbios serão 'últimos sobreviventes' no planeta Terra



(Foto: Health Protection Agency)
Para cientistas, micro-organismos que viverão nas profundezas do solo serão os últimos sobreviventes
Os últimos sobreviventes no planeta Terra serão minúsculos micro-organismos que viverão nas profundezas do solo, dizem cientistas britânicos.
Usando simulação por computador, pesquisadores da University of Saint Andrews, na Escócia, criaram um modelo de como será o planeta dentro de bilhões de anos.
Eles descobriram que, à medida que o Sol fica mais quente e mais brilhante, somente micróbios poderão tolerar as condições extremas que as mudanças provocarão.
O trabalho está sendo apresentado durante a National Astronomy Meeting da Royal Astronomical Society, que acontece esta semana na cidade de Saint Andrews.
"Não haverá muito oxigênio, então (os micróbios) terão que sobreviver em ambientes com pouco ou zero oxigênio, alta pressão e alta salinidade - por causa da evaporação dos oceanos", disse um dos integrantes da equipe escocesa, o pesquisador Jack O'Malley James.

Extinção em massa

O futuro da vida na Terra está vinculado ao do Sol, que, com o passar do tempo, vai ficar cada vez mais quente e luninoso.
Com base nesse fato, cientistas das universidades escocesas de St Andrews, Dundee e Edimburgo fizeram uma previsão de como será o ambiente futuro do planeta.
Dentro de um bilhão de anos, o calor será tão intenso que os oceanos vão começar a evaporar.
"Quando você chega a esse ponto, existe muito mais água na atmosfera, e como o vapor de água é um gás (que provoca) efeito estufa, você tem um efeito estufa em cadeia", disse O'Malley James. "A Terra vai se aquecer até 100ºC ou mais".
Isso, aliado a uma queda nos índices de oxigênio, levaria a uma rápida perda de plantas e animais maiores.
Logo depois, um grupo de micróbios chamados extremófilos será a única forma de vida que restará.
Esses minúsculos organismos podem ser encontrados hoje na Terra em ambientes hostis, como a Bacia dos Gêiseres no Parque Nacional Yellowstone, em Wyoming, Estados Unidos.
Segundo a equipe escocesa, esses micro-organismos serão as únicas criaturas capazes de suportar o calor, a aridez e a atmosfera tóxica dessa Terra do futuro. Os pesquisadores suspeitam de que os micróbios estarão, provavelmente, agrupados perto dos últimos vestígios de água, nas profundezas do solo.
No final, as condições no planeta serão tão ruins que até os extremófilos desaparecerão - e dentro de 2,8 bilhões de anos, não restará qualquer vida na Terra.

Sinalizadores de vida

A equipe disse que estudar o surgimento e o desaparecimento da vida no nosso planeta pode nos ajudar a compreender como diferentes formas de vida poderiam sobreviver em outros pontos do Universo.
"Se você se deparasse com um planeta parecido com a Terra, é mais provável que encontrasse vida microbiana do que formas mais complexas como vemos na Terra hoje", disse O'Malley James.
Ele explicou que micróbios provocam mudanças sutis nas proporções de gases na atmosfera e que esses gases poderiam, um dia, auxiliar astrônomos a detectar vida em planetas parecidos com a Terra.
"Um dos melhores candidatos é o metano. Ele poderia ser usado para indicar a presença de vida, embora isso dependa das quantidades produzidas e se há um acúmulo detectável na atmosfera. Se pudermos detectar todos esses índices sutis de gases em planetas remotos, talvez possamos detectar vida", disse O'Malley James.
FONTE;BBC BRASIL

Direto dos EUA: Um por todos, todos por um

A reação uníssona dos países latino-americanos ao incidente diplomático com o presidente boliviano, Evo Morales, na Europa surpreendeu alguns analistas americanos, diz o correspondente da BBC Brasil em Washington, Pablo Uchoa. A região censurou os países europeus que recusaram espaço aéreo para Morales na tentativa de prender o informante Edward Snowden, procurado pelos EUA. Entre eles, a presidente Dilma Rousseff se destacou por divulgar um dos comunicados mais críticos. Para o correspondente, o episódio desafia a dicotomia com que o continente tende a ser visto pelo governo do “vizinho do norte”.

Conheça os milagres que podem levar João Paulo 2º a se tornar santo

Conheça os milagres que podem levar João Paulo 2º a se tornar santo


João Paulo II | Foto: Getty
Intercessão de João Paulo 2º teria curado duas mulheres
Dois milagres. Está é a condição primordial que a Congregação para a Causa dos Santos leva em conta quando decide sobre a criação de novos santos pela Igreja Católica.
Nesta sexta-feira, um anúncio do Vaticano divulgou que as intervenções milagrosas que permitirão a canonização do falecido pontífice João Paulo 2º foram confirmadas em um decreto emitido pelo papa Francisco.
Em junho, foi reconhecido o segundo milagre pela intercessão do papa polonês Karol Wojtyla, sumo pontífice entre 1978 e 2005.
Mas quais são os dois casos milagrosos reconhecidos pela Santa Sé? Confira o levantamento feito pela BBC.

A paciente da Costa Rica

O mais recente milagre de João Paulo 2º, segundo as autoridades eclesiásticas, beneficiou uma latino-americana até então sem práticas religiosas. Trata-se de Floribeth Mora, que ingressou em um hospital da Costa Rica com um aneurisma cerebral grave, em maio de 2011.
Segundo seu próprio relato, ela teria feito uma prece a João Paulo 2º, pouco depois de receber seu diagnóstico, pedindo que este a curasse, no mesmo momento em que o falecido papa era beatificado na Praça de São Pedro.
Passados alguns dias depois de sua internação, os médicos confirmaram que o coágulo no cérebro de Floribeth havia se dissolvido, eliminando assim a necessidade de tratamento. Um dos profissionais que lideraram seu caso, Alejandro Vargas, afirmou que nunca encontrou explicação científica para a súbita melhora de sua paciente.
Para Floribeth Mora, a razão é clara: foi um presente de Deus concedido pela intercessão de João Paulo 2º, a quem ela e sua família dedicaram orações constantes durante sua hospitalização.
Segundo confirmaram os médicos costarriquenhos, o ocorrido chegou ao conhecimento da arquidiocese de San José, que logo levou o caso às autoridades eclesiásticas de Roma. A partir daí, a igreja ordenou um processo para coletar informações, confirmar o relato de Mora e verificar se não havia alguma razão científica que explicasse a recuperação de Floribeth.

O caso da freira francesa

Freira Marie Simon-Pierre | Foto: Getty
Irmã Marie: levantei "completamente transformada"
O primeiro milagre de Karol Wojtyla confirmado pela Congregação para a Causa dos Santos foi o da irmã francesa Marie Simon-Pierre, com o qual se iniciou o processo de canonização de João Paulo 2º.
O caso da freira Marie foi escolhido dentre mais de 200 supostos milagres atribuídos ao pontífice.
Esta freira de 49 anos teria se curado, de um dia para o outro, do mal de Parkinson, doença degenerativa que já afetava seus movimentos básicos e a impedia de caminhar, dirigir ou escrever.
Ela afirma que o milagre foi resultado de suas orações, bem como a de suas irmãs companheiras na Congregação das Pequenas Irmãs das Maternidades Católicas, feitas ao papa João Paulo 2º.
O pontífice fora acometido, em sua última etapa de vida, da mesma enfermidade degenerativa.
Os sintomas de irmã Marie se deterioraram na mesma fase em que ocorreu a morte de Wojtyla, em junho de 2005, e ela pediu para que pudesse ser afastada de suas tarefas.
Sua superiora, entretanto, ordenou que ela seguisse com sua vida e escrevesse, num pedaço de papel, as palavras "João Paulo 2º". Segundo relato de Marie Simon-Pierre à imprensa, uma manhã ela se levantou "completamente transformada" e convencida de estar "completamente curada".
Seus médicos nunca puderam explicar o caso e houve questionamentos sobre a precisão do primeiro diagnóstico. Mas o caso foi analisado por um comitê de médicos, que confirmou ao Vaticano tanto o diagnóstico quanto a cura.
FONTE;BBC BRASIL

Professor veste a mesma roupa há 40 anos

Professor veste a mesma roupa há 40 anos


Podemos até não concordar, mas a camisa branca de gola alongada com estampas de bolinha e a jaqueta marrom são considerados itens clássicos da moda masculina ─ ou pelo menos já foram.
Pois é exatamente isso que tenta demonstrar o professor Dale Irby, por meio de uma série de fotografias que ele mesmo publicou na internet.
Da noite pro dia, Irby acabou se tornando um hit "viral" na rede ao ter suas fotos republicadas em sites e redes sociais em todo o mundo.
Este instrutor de ginástica da escola primária Prestonwood, na cidade norte-americana de Dallas, no Texas, tem vestido exatamente estas mesmas roupas para cada umas das 40 fotos oficiais da escola, em cada ano escolar, desde 1973.
Ao final desse longo período, a sequência de fotos, que começa com um rosto jovem e mais magro, além dos cabelos castanhos, termina mostrando uma pessoa mais madura, de rosto mais arredondado e cabelos grisalhos, quase brancos.
De acordo com o jornal britânico Metro, tudo começou por acidente, quando o professor notou que havia utilizado a mesma vestimenta por dois anos seguidos.
Para alívio de sua esposa, que seguramente não perderia a oportunidade de fazer alguma crítica ao guarda-roupa de Dale.
"Cathy, que conheci em meu primeiro ano como professor, me pediu para repetir a roupa no ano seguinte. Daí em diante, não paramos mais", conta Irby.

Estrela da internet

Dale Irby
A roupa se manteve a mesma, mas as fotos mostram a passagem do tempo no rosto de Irby
Há pouco tempo ─ para relembrar os anos de trabalho, já que agora se aposentou, aos 63 anos de idade ─ Irby decidiu postar as fotos na internet. E não passou despercebido.
Colocadas em ordem, as fotos se tornam interessantes. Elas desafiam a imaginação com todo o tipo de suposição que pode ser feita para relembrar da vida e um veterano professor de ginástica de uma escola primária de Dallas, no Texas.
Na primeira imagem, vê-se a incontestável expressão de um mestre novato. Em outro ano, a pose já é mais ereta, orgulhosa, mas também com um ar mais sério.
Numa outra foto, Dale Irby parece estar a ponto de contar uma piada, enquanto em outras transmite uma certa "malandragem". Em algumas fotos ele também transmite um ar de inteligência e sabedoria.
Na última, a impressão é a de que ele não conseguiu ocultar nada e ficou exposto.
Mas as diferentes expressões faciais, sempre com um sorriso discreto, destacam também um bigode quase inalterado. Há algumas diferenças nos óculos, que em algumas fotos tem lentes e suporte de orelha menores ou maiores.

Vintage

Não está claro, no entanto, se em todos estes 40 anos Irby vestiu exatamente a mesma roupa de 1973, quando a primeira fotografia foi tirada, ou se vem renovando a vestimenta comprando peças idênticas.
Num olhar mais atento, a camisa e a jaqueta parecem extremamente alinhadas em todas as suas 40 imagens.
Em termos do mundo da moda, a roupa de Irby poderia ser chamada de "vintage".
As fotos não podem ser consideradas como exemplos de qualidade, mas o traje do professor corresponde exatamente à definição de clássico.
FONTE;BBC BRASIL

Frente a frente com o 'rebelde canibal' da Síria

Frente a frente com o 'rebelde canibal' da Síria


Abu Sakkar | Foto: BBC
Em entrevista à BBC, Sakkar questiona atenção do Ocidente a episódio 'canibal'
Parecia exagerada demais, algo típico de propaganda de guerra. Mas a notícia de que um comandante dos rebeldes sírios teria comido o coração de um soldado inimigo sob aplausos de seus homens acabou sendo confirmada – ao menos em partes.
Abu Sakkar, o líder do Exército Livre da Síria que aparece comendo um órgão em um vídeo divulgado na internet, não tinha tanta certeza sobre os detalhes quando o entrevistei.
"Eu realmente não me lembro", disse ele, quando perguntei se tratava-se de um coração humano, como foi dito na época, ou um fígado, ou ainda um pedaço de um pulmão, como me relatou um médico que assistiu ao vídeo. "Eu não mordi, apenas segurei para mostrar aos outros", acrescentou.
Nas imagens que rodaram o mundo, Sakkar está acima do corpo de um soldado inimigo, retalhando o cadáver.
"Parece que você está fatiando um coração de Dia dos Namorados", diz um dos rebeldes. Pouco depois Abu Sakkar pega uma mão cheia de algum material não identificado e declara: "Nós vamos comer seus corações e seus fígados, seus soldados de Bashar, o cão" – em referência ao presidente sírio Bashar al-Assad.
No momento seguinte, ele traz a mão até a boca e seus lábios se fecham ao redor daquilo que está segurando. Na época em que o vídeo foi divulgado, em maio, telefonamos para ele e Sakkar nos confirmou que havia dado uma mordida.
Agora, frente a frente, ele parece mais sóbrio – embora fique com mais raiva quando pergunto por que fez isso.
"Eu não quis fazer isso. Eu tive que", ele me conta. "Nós temos que aterrorizar o inimigo, humilhá-lo, da mesma forma que ele faz conosco. Agora, eles não vão ousar estar no mesmo lugar onde Abu Sakkar estiver", diz.
Aos 27 anos, Sakkar é um beduíno parrudo, com olhar intimidador. Sírio do distrito de Baba Amr, na cidade de Homs, ele tem a pele queimada pela exposição ao sol durante as muitas horas seguidas de combate. Ele me conta a história do seu envolvimento na revolução, até chegar à sua atual notoriedade.

Manifestações

Antes de se juntar às manifestações na Síria, no início de 2011, Sakkar trabalhava como operário em Baba Amr. Na época, ele acompanhou o momento em que uma mulher e uma criança foram mortas durante um protesto. Seu irmão foi ajudar, e ele também foi assassinado.
Meses depois, em um vídeo de junho de 2011, Abu Sakkar pode ser visto diante de uma multidão acenando com ramos de oliveira ao cumprimentar soldados que desertavam do Exército do presidente Bashar al-Assad.
Abu Sakkar: 'Vocês ainda não viram nada'
Na mesma época, ele acabou pegando em armas contra o regime, tornando-se um dos primeiros membros do então recém-criado Exército Livre da Síria (ELS).
Em fevereiro de 2012, ele lutava na Brigada Farouq quando os rebeldes tentaram evitar, sem sucesso, que os homens de Assad tomassem Baba Amr.
Ao final dos combates, com a retirada do ELS, Sakkar deu início a sua própria brigada, a Omar al-Farouq.
Ao longo do caminho ele perdeu mais um irmão, muitos parentes, e muitos de seus homens. Seus pais foram presos e ele disse que a polícia ligou para ele para que pudesse ouvir o espancamento dos dois.
"Coloque-se na minha pele", ele diz. "Eles levam seu pai e sua mãe. Massacram seus irmãos, assassinam seu tio e sua tia. Tudo isso aconteceu comigo. Eles massacraram meus vizinhos".

"Canibal"

Voltando a falar sobre o homem que aparece no vídeo, Sakkar dá mais detalhes do que se passou no dia.
"Esse homem tinha vídeos no seu celular. Ele aparecia estuprando uma mãe e suas duas filhas. Ele as despiu enquanto elas imploravam que ele parasse, em nome de Deus. Finalmente ele as esfaqueou e assassinou. O que você teria feito?", ele me pergunta.
Ele diz que meses atrás seus homens tinham ordens de alimentar os inimigos capturados e repassarem a mensagem de que todos são irmãos. "Mas eles começaram a estuprar nossas mulheres, matar crianças com facas".
Abu Sakkar mostra cicatrizes de 14 diferentes ferimentos à bala em seu corpo. "Nós estamos sob ataque, já são dois anos agora. Há vídeos das shabiha (milícia do governo) que mostram coisas muito mais terríveis do que o que eu fiz. Vocês não se preocuparam. Não houve tanto alarde na mídia. Vocês não deram importância. Se vocês sofressem uma fração do que nós sofremos fariam o que eu fiz e muito mais".

Argumento internacional

"Se nós não conseguirmos ajuda, uma zona de exclusão aérea, armas pesadas, nós faremos muito pior (do que ele fez). Vocês ainda não viram nada", ele ameaça.
Mas ao tornar-se o "rebelde canibal", Sakkar acabou fornecendo um argumento aos membros da comunidade internacional que se opõem aos planos de ajudar os revolucionários.
Durante a última reunião do G8, o grupo das nações mais ricas do mundo, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, citou o ocorrido.
"Essas não são pessoas que simplesmente matam seus inimigos, elas abrem seus corpos, e comem seus intestinos diante do público e das câmeras. São essas pessoas que vocês querem ajudar com armas?", questionou.
É possível que Abu Sakkar tivesse problemas psicológicos desde sempre. Ou talvez a guerra tivesse deixado-o assim.
A guerra transforma as pessoas, e a da Síria não é diferente.
FONTE;BBC BRASIL

Testemunhas fazem relatos dramáticos de acidente de avião nos EUA

Testemunhas fazem relatos dramáticos de acidente de avião nos EUA


Boeing 777 (Foto Reuters)
Boeing 777 (Foto Reuters)
Testemunhas do acidente do Boeing 777 da companhia aérea Asiana, que pegou fogo ao aterrissar no aeroporto de San Francisco, nos Estados Unidos, fizeram relatos dramáticos do episódio.
A Asiana confirmou que duas adolescentes chinesas que estavam sentadas na parte de trás da aeronave morreram. Seus corpos teriam sido encontrados fora da aeronave.
Felizmente, a maior parte dos passageiros conseguiu escapar pelas saídas de emergência, mas 181 pessoas teriam sido levadas para o hospital e 49 estariam em estado grave.
"Havia caos e muita gritaria. Meu assento foi parar no chão e havia bagunça por todos os lados", disse o passageiro Ben Levy, de 39 anos.
Levy contou que tentou conter o pânico de outros passageiros, pedindo que eles se acalmassem e se ajudassem uns aos outros para que todos pudessem sair do avião.
"(Quando saí) ainda havia algumas pessoas na parte de trás da aeronave e vi uma mulher do corpo de bombeiros correndo para ajudá-las."
De acordo com os passageiros, o impacto teria feito malas caírem dos bagageiros e uma fumaça cinza teria tomado conta da aeronave, dificultando seu deslocamento.
"Equipamentos e outras coisas (que estavam nos bagageiros) caíram sobre nossas cabeças", contou uma professora para a emissora estatal chinesa CCTV.
"É um milagre que estejamos vivos", disse a passageira Vedpal Singh à agência de notícias Associated Press.

Fora de controle

Segundo Ki Siadatan, que vive próximo ao aeroporto, ao se aproximar da pista a aeronave parecia "balançar" mais que o normal.
"Estava na varanda, de onde temos uma vista do aeroporto. Vi o avião se aproximar e me chamou atenção que ele parecia estar fora de controle", disse Siadatan à BBC.
"Ouvimos um grande 'boom' e logo uma combinação de fumaça e poeira."
De acordo com Siadatan, depois de cerca de 15 ou 20 minutos uma nova explosão teria ocorrido.
"Quando ouvimos a explosão e vimos a fumaça preta, pensamos 'Meu Deus, todo mundo que estava lá dentro morreu'", afirmou, em um relato à Associated Press.
O Boeing 777 partiu de Seul, na Coreia do Sul, e levava mais de 300 pessoas, entre passageiros e tripulantes.
Uma turma de 70 estudantes e professores chineses que iriam para acampamentos de verão nos Estados Unidos estaria a bordo, segundo autoridades chinesas.
As causas do acidente ainda são desconhecidas. Segundo Yoon Young-Doo, chefe-executivo da Asiana, ele não teria sido causado por problemas mecânicos.
A suspeita é que o avião tenha se chocado com a pista durante a aterrissagem e o impacto tenha quebrado sua cauda.
A Boeing se comprometeu a colaborar nas investigações sobre o incidente.
FONTE;BB BRASIL

EUA espionaram milhões de e-mails e ligações de brasileiros Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/eua-espionaram-milhoes-de-mails-ligacoes-de-brasileiros-8940934#ixzz2YMgN0fmD © 1996 - 2013. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.



O ex-técnico da CIA Edward Snowden, que denunciou um gigantesco esquema de espionagem liderado pela Agência Nacional de Segurança dos EUA
Foto: HANDOUT / REUTERS/9-6-2013
O ex-técnico da CIA Edward Snowden, que denunciou um gigantesco esquema de espionagem liderado pela Agência Nacional de Segurança dos EUA HANDOUT / REUTERS/9-6-2013
RIO - Na última década, pessoas residentes ou em trânsito no Brasil, assim como empresas instaladas no país, se tornaram alvos de espionagem da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (National Security Agency - NSA, na sigla em inglês). Não há números precisos, mas em janeiro passado o Brasil ficou pouco atrás dos Estados Unidos, que teve 2,3 bilhões de telefonemas e mensagens espionados.
É o que demonstram documentos aos quais O GLOBO teve acesso. Eles foram coletados por Edward Joseph Snowden, técnico em redes de computação que nos últimos quatro anos trabalhou em programas da NSA entre cerca de 54 mil funcionários de empresas privadas subcontratadas - como a Booz Allen Hamilton e a Dell Corporation.
No mês passado, esse americano da Carolina do Norte decidiu delatar as operações de vigilância de comunicações realizadas pela NSA dentro e fora dos Estados Unidos. Snowden se tornou responsável por um dos maiores vazamentos de segredos da História americana, que abalou a credibilidade do governo Barack Obama.
Os documentos da NSA são eloquentes. O Brasil, com extensas redes públicas e privadas digitalizadas, operadas por grandes companhias de telecomunicações e de internet, aparece destacado em mapas da agência americana como alvo prioritário no tráfego de telefonia e dados (origem e destino), ao lado de nações como China, Rússia, Irã e Paquistão. É incerto o número de pessoas e empresas espionadas no Brasil. Mas há evidências de que o volume de dados capturados pelo sistema de filtragem nas redes locais de telefonia e internet é constante e em grande escala.
Criada há 61 anos, na Guerra Fria, a NSA tem como tarefa espionar comunicações de outros países, decifrando códigos governamentais. Dedica-se, também, a desenvolver sistemas de criptografia para o governo.
A agência passou por transformações na era George W. Bush, sobretudo depois dos ataques terroristas em Nova York e Washington, em setembro de 2001. Tornou-se líder em tecnologia de Inteligência aplicada em radares e satélites para coleta de dados em sistemas de telecomunicações, na internet pública e em redes digitais privadas.
O governo Obama optou por reforçá-la. Multiplicou-lhe o orçamento, que é secreto como os de outras 14 agências americanas de espionagem. Juntas, elas gastaram US$ 75 bilhões no ano passado, estima a Federação dos Cientistas Americanos, organização não governamental especializada em assuntos de segurança.
Outro programa amplia ação
A NSA tem 35,2 mil funcionários, segundo documentos. Eles informam também que a agência mantém “parcerias estratégicas” para “apoiar missões” com mais de 80 das “maiores corporações globais” (nos setores de telecomunicações, provedores de internet, infraestrutura de redes, equipamentos, sistemas operacionais e aplicativos, entre outros).
Para facilitar sua ação global, a agência mantém parcerias com as maiores empresas de internet americanas. No último 6 de junho, o jornal “The Guardian” informou que o software Prism permite à NSA acesso aos e-mails, conversas online e chamadas de voz de clientes de empresas como Facebook, Google, Microsoft e YouTube.
No entanto, esse programa não permite o acesso da agência a todo o universo de comunicações. Grandes volumes de tráfego de telefonemas e de dados na internet ocorrem fora do alcance da NSA e seus parceiros no uso do Prism. Para ampliar seu raio de ação, e construir o sistema de espionagem global que deseja, a agência desenvolveu outro programas com parceiros corporativos capazes de lhe fornecer acesso às comunicações internacionais.
Um deles é o Fairview, que viabilizou a coleta de dados em redes de comunicação no mundo todo. É usado pela NSA, segundo a descrição em documento a que O GLOBO teve acesso, numa parceria com uma grande empresa de telefonia dos EUA. Ela, por sua vez, mantém relações de negócios com outros serviços de telecomunicações, no Brasil e no mundo. Como resultado das suas relações com empresas não americanas, essa operadora dos EUA tem acesso às redes de comunicações locais, incluindo as brasileiras.
Ou seja, através de uma aliança corporativa, a NSA acaba tendo acesso aos sistemas de comunicação fora das fronteiras americanas. O documento descreve o sistema da seguinte forma: “Os parceiros operam nos EUA, mas não têm acesso a informações que transitam nas redes de uma nação, e, por relacionamentos corporativos, fornecem acesso exclusivo às outras [empresas de telecomunicações e provedores de serviços de internet].”
Companhias de telecomunicações no Brasil têm esta parceria que dá acesso à empresa americana. O que não fica claro é qual a empresa americana que tem sido usada pela NSA como uma espécie de “ponte”. Também não está claro se as empresas brasileiras estão cientes de como a sua parceria com a empresa dos EUA vem sendo utilizada.
Certo mesmo é que a NSA usa o programa Fairview para acessar diretamente o sistema brasileiro de telecomunicações. E é este acesso que lhe permite recolher registros detalhados de telefonemas e e-mails de milhões de pessoas, empresas e instituições.
Para espionar comunicações de um residente ou uma empresa instalada nos Estados Unidos, a NSA precisa de autorização judicial emitida por um tribunal especial (a Corte de Vigilância de Inteligência Estrangeira), composto de 11 juízes que se reúnem em segredo. Foi nessa instância, por exemplo, que a agência obteve autorização para acesso durante 90 dias aos registros telefônicos de quase 100 milhões de usuários da Verizon, a maior operadora de telefonia do país. Houve uma extensão do pedido a todas as operadoras americanas - com renovação permanente.
Fora das fronteiras americanas, o jogo é diferente. Vigiar pessoas, empresas e instituições estrangeiras é missão da NSA, definida em ordem presidencial (número 12333) há três décadas.
Na prática, as fronteiras políticas e jurídicas acabam relativizadas pelos sistemas de coleta, processamento, armazenamento e distribuição das informações. São os mesmos aplicados tanto nos EUA quanto no resto do mundo.
Todo tipo de informação armazenada
Desde 2008, por exemplo, o governo monitora com autorização judicial hábitos de navegação na internet dentro do território americano. Para tanto, exibiu com êxito um argumento no tribunal especial: o estudo da rotina online de “alvos” domésticos proporcionaria vigilância privilegiada sobre a prática online cotidiana de estrangeiros. Assim, uma pessoa ou empresa “de interesse” residente no Brasil pode ter todas as suas ligações telefônicas e correspondências eletrônicas - enviadas ou recebidas - sob vigilância constante. A agência armazena todo tipo de registros (número discado, tronco e ramal usados, duração, data hora, local, endereço do remetente e do destinatário, bem como endereços de IP - assim como sites visitados). E faz o mesmo com quem estiver na outra ponta da linha, ou em outra tela de computador.
Começa aí a vigilância progressiva pela rede de relacionamento de cada interlocutor telefônico ou destinatário da correspondência eletrônica (e-mail, fax, SMS, vídeos, podcasts etc.). A interferência é sempre imperceptível: “Servimos em silêncio” - explica a inscrição numa placa de mármore exposta na sede da NSA em Washington.
Espionagem nesse nível, e em escala global, era apenas uma suspeita até o mês passado, quando começaram a ser divulgados os milhares de documentos internos da agência coletados por Snowden dentro da NSA. Desde então, convive-se com a reafirmação de algumas certezas. Uma delas é a do fim da era da privacidade, em qualquer tempo e em qualquer lugar. Principalmente em países como o Brasil, onde o “grampo” já foi até política de Estado, na ditadura militar.
 FONTE;G1

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