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BRASIL REAL NOVEMBRO DE 2016 PARABÉM PARA JUDICIÁRIO DO BRASIL POIS COMEÇARAM A COLOCAR VERDADEIROS LADRÕES DO BRASIL OS POLÍTICOS CORRUPTOS ESSA DATA DE 18/11/2016 SERA UM MARCO NO FUTURO EM 2030


Cabral vai dos bistrôs de Paris ao pão com manteiga em Bangu


Ex-governador do Rio foi preso e transferido para Cadeia Pública Pedrolino Werling de Oliveira, no Complexo de Bangu
18 nov 2016, 14h47 - Atualizado em 18 nov 2016, 16h35


Sérgio Cabral: investigação da força-tarefa do Ministério Público Federal apura pagamento de vantagens indevidas a Sérgio Cabral (VEJA.com/Reprodução)

São Paulo – A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) do Rio informou no fim da noite desta quinta-feira, 17/11/2016, que o ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB) “deu entrada na Cadeia Pública José Frederico Marques, porta de entrada no sistema”.

Segundo a pasta, o peemedebista em seguida foi para Cadeia Pública Pedrolino Werling de Oliveira, ambas no Complexo de Bangu.

18/11/2016

“Cabe ressaltar que a última unidade é destinada a pessoas que possuem nível superior”, informou. De acordo com a nota da secretaria, o cardápio de almoço e jantar é composto por: arroz ou macarrão, feijão, farinha, carne branca ou vermelha (carne, peixe, frango), legumes, salada, sobremesa e refresco.

“O desjejum é composto por pão com manteiga e café com leite. Já o lanche é um guaraná e pão com manteiga ou bolo”, diz a nota.

“A Seap informa ainda que todos os internos do sistema penitenciário fluminense são tratados de forma igualitária, com direito a banho de sol, refeições e visitas após o cadastramento.” A Secretaria informou que o “tamanho das celas são (sic) de acordo com o que determina a Lei de Execuções Penais”. A área mínima, segundo a legislação, é de 6m².

A investigação da força-tarefa do Ministério Público Federal apura pagamento de vantagens indevidas a Sérgio Cabral, em decorrência do contrato celebrado entre a Andrade Gutierrez e a Petrobras, sobre as obras de terraplenagem no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).

Já a força-tarefa da Lava Jato, no Rio, investiga corrupção na contratação de diversas obras conduzidas no governo do peemedebista, entre elas, a reforma do Maracanã para receber a Copa do Mundo de futebol de 2014, o PAC Favelas e o Arco Metropolitano, financiadas ou custeadas com recursos federais.

De acordo com a Procuradoria, apura-se, que, além das empreiteiras Andrade Gutierrez e Carioca Engenharia, outras empresas consorciadas para a execução das obras também teriam efetuado pagamentos de valores solicitados a título de propina, em patamar preliminarmente estimado em R$ 224 milhões.

Por dentro de Bangu 8, onde Sérgio Cabral e Anthony Garotinho estão presos
BRASIL
Sérgio Cabral é preso pela PF no Rio
Ex-governador foi preso em operação da Lava Jato, acusado de cobrar propinas em obras do

17 nov 2016, 06h55 - Atualizado em 17 nov 2016,


Sergio Cabral: ex-governador foi citado em delação como receptor de propinas sobre obras da Andrade Gutierrez (Valter Campanato/AGÊNCIA BRASIL/)

São Paulo – A Polícia Federal, em ação conjunta com o Ministério Público Federal (MPF) e a Receita Federal, deflagrou nesta quinta-feira, 17, a Operação Calicute com o objetivo de investigar o desvio de recursos públicos federais em obras realizadas pelo governo do Estado do Rio de Janeiro. O prejuízo estimado é superior a R$ 220 milhões.

O ex-governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), foi preso preventivamente. O peemedebista estava em sua casa, no Leblon, zona sul da capital, e foi levado pela PF sob gritos de “ladrão” de cidadãos.

Em nota, a PF informou que a apuração em curso identificou fortes indícios de cartelização de grandes obras executadas com recursos federais mediante o pagamento de propinas a agentes estatais, incluindo um ex-governador do Estado do Rio de Janeiro, além de outros fatos.

Duzentos e trinta policiais federais cumprem 38 mandados de busca e apreensão, 8 mandados de prisão preventiva, 2 mandados de prisões temporárias e 14 mandados de condução coercitiva expedidos pela 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, bem como 14 mandados de busca e apreensão, 2 mandados de prisão preventiva e 1 mandado de prisão temporária expedidos pela 13ª Vara Federal de Curitiba.

São investigados os crimes de pertencimento à organização criminosa, corrupção passiva, corrupção ativa, lavagem de dinheiro, entre outros. Também participam das diligências dezenove procuradores do MPF e cinco auditores fiscais da Receita.

A Operação Calicute é resultado de investigação em curso na força-tarefa da Operação Lava Jato no Estado do Rio de Janeiro em atuação coordenada com a força-tarefa da Operação Lava Jato no Paraná.
FONTE;http://exame.abril.com.br/brasil/sergio-cabral-e-preso-pela-pf-no-rio/


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