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NASA EUA ABRIL/2017; Sonda Cassini encerra missão com mergulho nos anéis de Saturno


Sonda Cassini encerra missão com mergulho nos anéis de Saturno EM 2017.

Após executar a sequência de giros entre os anéis, Cassini vai se aproximar da superfície do planeta até colidir-se com ele

Cassini: espera-se coletar informações na atmosfera do planeta para calcular a dimensão do núcleo rochoso de Saturno (NASA/JPL-Caltech/Divulgação)

Após 19 anos no espaço, a sonda (radar) Cassini está em sua última missão. A sonda está na órbita de Saturno e deve começar hoje (26/04/2017) uma série inédita de mergulhos para explorar os anéis do planeta.

26/04/2017

EUA NASA 2017 A 2050 Invasão extraterrestre: ex-diretor da NASA Charles Bolden



Publicado em 26 de abr de 2017


EUA NASA 2017 ATE 2050 Invasão extraterrestre: ex-diretor da NASA Charles Bolden, prevê ataque do espaço
EUA,Invasão extraterrestre: ex-diretor da NASA prevê ataque do espaço ATE 2050.
Charles Bolden, ex-diretor da NASA, comunicou no dia 22 de abril 2017 que a Terra será atacada por extraterrestres em breve.


26/04/2017

EUA NASA 2017 ATE 2050 Invasão Extraterrestre: Ex-diretor Da NASA Charles Bolden, prevê ataque do espaço


EUA/Invasão extraterrestre: ex-diretor da NASA prevê ataque do espaço ATE 2050.



Charles Bolden, ex-diretor da NASA, comunicou no dia 22 de abril  2017 que a Terra será atacada por extraterrestres em breve.

26/04/2017

BRASIL ELEIÇOES 2018 REAL;SENADOR JOSÉ MEDEIROS CURRAL DE VOTOS



Publicado em 25 de abr de 2017

SENADOR JOSÉ MEDEIROS CURRAL DE VOTOS

BRASIL POLITICOS CORRUPTOS ABRIL/2017;Depoimento de Pezão ao Juiz Sergio Moro como testemunha de Sérgio Cabral na Lava Jato 06/04/2017


Publicado em 6 de abr de 2017

Pezão nega a Moro ter conhecimento de propinas pagas a Sérgio Cabral
Governador do Rio de Janeiro foi ouvido nesta quinta-feira (6) em processo da Operação Lava Jato.

O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), afirmou em depoimento ao juiz federal Sérgio Moro, nesta quinta-feira (6), que não tem conhecimento de propinas pagas ao ex-governador Sérgio Cabral, em cujo governo foi secretário de Obras e coordenador de Infraestrutura.
O depoimento, no âmbito da Operação Lava Jato, foi prestado por videoconferência. A ação penal apura o suposto pagamento de propina a Cabral a partir do contrato da Petrobras com o Consórcio Terraplanagem Comperj, formado pelas empresas Andrade Gutierrez, Odebrecht e Queiroz Galvão.
"Nunca, comigo nunca", respondeu ao ser questionado se Cabral já havia comentado com ele sobre pagamentos relativos a obras do estado. Ele também negou saber se o ex-governador preso interferiu em contratos com a Petrobras.
Pezão confirmou que, como secretário, participou de diversas reuniões no Palácio das Laranjeiras com Paulo Roberto Costa, ex-diretor de abastecimento na Petrobras e condenado na Lava Jato, mas que só tratou com ele de assuntos relevantes ao estado.
Também ouvido por Moro nesta quinta-feira, o consultor técnico Ricardo de Albuquerque Zaratine, testemunha de defesa de Carlos Miranda, sócio do ex-governador Sérgio Cabral. Ele afirmou que prestou serviço de consultoria para um grupo de produtores de cachaça e que Miranda era um destes produtores.
Zaratine respondeu apenas as perguntas do advogado de Carlos Miranda e relatou atividades da fazenda do réu como a existência de gado leiteiro, criação de carneiros, produção de adubo orgânico, além das ações ligadas à produção de cachaça.
A testemunha informou que foi contratada para prestar consultoria via um programa do Sebrae e , segundo ela, por este motivo não recebeu qualquer quantia diretamente das mãos de Miranda.
Pezão diz que vai processar filho de presidente do TCE-RJ
Luiz Fernando Pezão disse, ainda nesta quinta-feira, que vai processar Jonas Lopes Neto por acusações feitas contra ele na delação premiada. O filho do presidente do TCE-RJ, Jonas Lopes Filho, falou em depoimento que cerca de R$ 900 mil de dinheiro ilícito foram usados para pagar despesas pessoais do governador, por meio do subsecretário de Comunicação, Marcelo Amorim.
Cabrel réu
Cabral virou réu na Justiça Federal do Paraná em 16 de dezembro de 2016. Ele está preso desde 17 de novembro do ano passado no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, na Zona Oeste do Rio.
Segundo a denúncia do Ministério Público Federal (MPF), o grupo teve envolvimento no pagamento de vantagens indevidas a partir do contrato da Petrobras com o Consórcio Terraplanagem Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), formado pelas empresas Andrade Gutierrez, Odebrecht e Queiroz Galvão.
Sérgio Cabral, Wilson Carlos e Carlos Miranda, com a intermediação do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, delator condenado pela Lava Jato, pediram e aceitaram promessa de vantagem indevida da Andrade Gutierrez, dizem os investigadores.
A força-tarefa acredita que o pedido tenha sido feito entre março e agosto de 2008.

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