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EX PRESIDENTE BRASIL E PRESO POR CORRUPÇÃO POLITICA EM 10/05/2019 VEJA;Temer e Coronel Lima voltarem a prisão


17/05/2019

A CORRUPÇÃO ANDA AINDA NO CONGRESSO POLITICO DO BRASIL EM 2019 E VAI ATE 2022 VEJA



A vitória de pirro do Centrão e do PT DA CORRUPÇÃO 10/05/2019 às 08
Às vezes bate um desânimo não porque eu lembro como o Parlamento Brasileiro funciona (pois isso já sei bem), mas sim porque percebo que muitas pessoas que apoiam Bolsonaro e o Governo não sabem saborear a vitória de estarmos (nós, a Direita) no Poder.

Pergunto:

- E daí que o COAF sai do Ministério da Justiça (agora da Segurança) e volta para onde sempre esteve antes de Bolsonaro, no Ministério da Fazenda (agora da Economia)?
- Por acaso será a Oposição ou o Centrão que mandará no COAF? Ou o Órgão foi extinto?


Claro que não.

Então por que tanto desânimo? Óbvio que o que aconteceu é revoltante, mas na prática qual o resultado real, desfavorável ao Governo e especialmente à Lava-Jato?

Se fez-se tanto com o COAF do jeito que era antes e com Sergio Moro como juiz de 1 instância, vocês acham mesmo que está tudo perdido agora, que ele está dentro do Governo?

Parem de escândalo, e ponham a cabeça no lugar.

Deixem que os integrantes do Centrão riam e se vangloriem, achando que venceram.

Porque amanhã mesmo perceberão que a sua situação, além de não ter melhorado, piorou, pois o COAF no Ministério de Paulo Guedes vai ser ruim para bandidos do mesmo jeito.

E perceberão, principalmente, que o que eles tiveram foi uma “vitória de Pirro”, na qual mais perderam do que obtiveram benefícios: ela pode não servir para nada. Sem falar que eles “deixaram o rabo de fora” com a manobra política, como se diz no jargão popular.

Portanto, sem pânico.

Centrão e Oposição não estão no Poder Executivo, e não têm qualquer ingerência no COAF, não esqueçam disso. O Governo é nosso (da Direita).

VEJA LISTA ABAIXO POLITICOS CORRUPTOS LADRÃO PARA 2022 BRASIL..






As insistentes tentativas de sequestrar o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Ministério da Justiça e Segurança Pública e entregá-lo ao Ministério da Economia confirmam que o mais teimoso e descarado bloco da Câmara dos Deputados é a bancada suprapartidária dos larápios com foro privilegiado. O programa da turma tem uma única meta: manter seus integrantes longe da cadeia. Para tanto, todos consomem 24 horas por dia no esforço para reduzir (ou anular) os poderes do ministro Sergio Moro, o grande Satã da ladroagem classe executiva.

Ao convidar para uma vaga no primeiro escalão o homem que personifica a Lava Jato, o presidente Jair Bolsonaro prometeu-lhe que o Ministério da Justiça e Segurança Pública controlaria o Coaf, cujo desempenho na Laja Jato foi ─ e continua sendo ─ fundamental para o avanço da maior e mais bem-sucedida operação anticorrupção da História. Cumpre ao presidente da República reiterar enfaticamente que não admite que sua promessa seja revogada pelo bloco dos corruptos. E cabe aos parlamentares supostamente fiéis ao governo neutralizar a ofensiva dos gatunos insones.

Moro tem sido alvejado nas redes sociais até por comediantes imbecis reduzidos a pregadores de missa negra celebrada pela seita que tem como único deus um presidiário corrupto e lavador de dinheiro. O Brasil decente precisa mobilizar-se em defesa de Sergio Moro e sua Lei Anticrime ─ sujeita, é claro, a eventuais modificações para melhor. A tentativa de crucificá-lo não decorre de perdoáveis equívocos e exageros produzidos pela Lava Jato, mas sim dos incontáveis acertos colecionados pelo corajoso juiz federal de Curitiba.

Sergio Moro é, hoje, o brasileiro mais respeitado no mundo civilizado. É natural que o grande clube dos cafajestes odeie o homem que comandou o desmonte do maior esquema corrupto da história. Em contrapartida, os brasileiros honestos têm o dever de preservar os instrumentos jurídicos atribuídos em janeiro a quem mostrou que todos são iguais perante a lei, que não há os mais iguais que os outros e que o Brasil poderia enfim deixar de assemelhar-se a um viveiro de delinquentes condenados à eterna impunidade.

17/05/2019

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