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10/06/2019

Confira Quais Foram os senadores que votaram contra a MP871, Que visava Combater as Fraudes no INSS 04/06/2019




10/06/2019

A CARA DOS COMUNISTA DE ESTADO BRASIL QUE OPERA NAS SOMBRA DE 2019 A 2022




Lewandowski arquiva
inquérito contra senadores delatados pela Odebrecht: “não há provas suficientes que ampare uma denúncia”05/06/2019


O ministro Ricardo Lewandowski arquivou o inquérito contra a senadora Maria do Carmo Alves (DEM/SE) e o ex-senador Eduardo Alves de Amorim (DEM/SE), delatados pelo ex-presidente da Odebrecht, Fernando Luiz Ayres da Cunha Santos.

Segundo a delação, em 2014, a empresa teria pago R$ 600 mil para a campanha de Eduardo ao governo de Sergipe e de Maria do Carmo a reeleição ao Senado. O pagamento teria sido acertado entre João Alves, marido de Maria do Carma, e pelo funcionário da Odebrecht Raul Ribeiro.

Em sua decisão, Lewandowski afirma que não há provas suficientes que ampare uma denúncia, já que as diligências foram infrutíferas. Além de não poder colher o depoimento de Raul Ribeiro, que faleceu e, 2017; e de João Alves, que sofre de alzheimer.

POR Agência O Globo

Foi na tarde de um domingo ensolarado, em São Paulo, que vi Lula da Silva ao vivo pela primeira e última vez.

27 de novembro de 1983.

Praça Charles Miller, em São Paulo, em frente ao estádio do Pacaembú.


Lá, eu e mais 15 mil pessoas assistimos ao que seria o lançamento da campanha pelas Diretas já, convocada pelo PT e pela CUT.

O ato público, naturalmente, reuniu representantes do PMDB, PDT e mais 70 entidades, já conhecidos como ‘oposição’ à ditadura militar - ou regime, como quiserem.

Nessa época afastado de qualquer movimento de esquerda, compareci ao ato como cidadão. Afinal, era o pontapé inicial para o país voltar ao estado democrático.

A palavra no ar era ‘esperança’.

Em dias melhores, dias de liberdade, de desenvolvimento.

Naquela tarde de domingo, ao lado de cupinchas como FHC e outros, Lula esbravejou.

Se até então para mim o homenzinho era uma incógnita, nesse dia me surpreendeu.

Era um discurso aos gritos, surreal, contra tudo e todos que não fosse operariado, uma gritaria arrogante e prepotente, afastada completamente do que poderíamos chamar de realidade.

Lula defendia, insanamente, um mundo sem patrões.


Como ele poderia imaginar - ou fazer esse mundo - era o que imaginávamos, eu e mais um monte de gente naquela praça.

O discurso radical era o que se veria de Lula nos anos seguintes, até 22 de junho de 2002, quando em acordo com as forças que o elegeriam - especialmente o socialista FHC - publicou a Carta ao Povo Brasileiro.

Em outubro, Lula foi eleito.

Dezessete anos depois, o triste e lamentável resultado da participação desses embusteiros na vida politica brasileira se conhece.

O homenzinho está preso, com mais 7 processos a responder, e com o assombroso crédito de ter sido provavelmente o protagonista e mandante do maior esquema de corrupção e roubo já visto no mundo civilizado.

E FHC continua vivendo do passado, achando que ainda consegue enganar seu povo.

Curiosamente, naquela mesma tarde de domingo morreu Teotônio Vilela, do PMDB, um dos maiores defensores e lutadores pelas Diretas Já, que mudariam o Brasil.

Sem que soubéssemos, morria também naquela tarde, com a ascensão de Lula, a esperança dos brasileiros por um país melhor.

O país verdadeiramente democrático, desenvolvido, com educação, saúde e cultura prometidos e esperados ficou no sonho mesmo.

E hoje, assustadoramente, as mesmas forças que naquele dia colocaram na rua um povo ludibriado e usado continuam operantes, lutando para destruir um único homem eleito pelo povo, aquele que se recusa a ser massa de manobra.

Um homem que quer tirar o país do lodaçal em que foi enfiado pela esquerda.

Esse homem é o presidente eleito, Jair Bolsonaro.

Cabe ao povo, outrora enganado, defendê-lo.



Lava Jato denuncia Jucá por corrupção e propina de R$ 1 milhão EM 2019
A Lava Jato do Ministério Público Federal no Paraná denunciou o ex-senador e atual presidente do MDB, Romero Jucá, e o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado pelo envolvimento em esquema de corrupção mantido na subsidiária da Petrobras. Segundo a denúncia, Jucá recebeu pagamentos ilícitos de pelo menos R$ 1 milhão em 2010 em razão de quatro contratos e sete aditivos celebrados entre a Galvão Engenharia e a Transpetro.

Segundo a força-tarefa, a Galvão Engenharia – em razão de contratos e aditivos mantidos na Transpetro e “com o objetivo de continuar recebendo convites para participar das licitações da estatal” – efetuava o pagamento de propinas de 5% do valor de todos os contratos com a subsidiária da Petrobras “a integrantes do MDB que compunham o núcleo de sustentação de Sérgio Machado”, então presidente da estatal.

A denúncia aponta que Machado foi indicado e mantido no cargo por Romero Jucá e integrantes do MDB e tinha “a função de arrecadar propinas para seus padrinhos políticos”. Segundo o MPF, em contrapartida ao pagamento de propinas pelas empresas, Sérgio Machado, “garantiria às empreiteiras a continuidade dos contratos e a expedição de futuros convites para licitações”.

O pagamento da propina pela Galvão Engenharia teria sido disfarçado por meio de doação eleitoral oficial de R$ 1 milhão. Segundo a denúncia, em junho de 2010, a empresa efetuou o repasse “desses subornos” para Romero Jucá ao Diretório Estadual do PMDB no Estado de Roraima. “As propinas, assim, irrigaram a campanha de reeleição de Jucá ao Senado, bem como as campanhas do filho e de ex-esposa para o Legislativo”, diz o MPF.

As investigações indicam que a Galvão Engenharia “não tinha qualquer interesse em Roraima que justificasse a realização da doação oficial, a não ser o direcionamento de propinas para Romero Jucá”.

A força-tarefa Lava Jato em Curitiba já ofereceu cinco denúncias relativas ao esquema de corrupção na Transpetro. Segundo o Ministério Público Federal, o esquema de corrupção investigado perdurou pelo menos até 2014, favorecendo empresas que pagavam vantagens indevidas ao então presidente da estatal, Sérgio Machado, e políticos responsáveis por sua manutenção no cargo.

Defesas

A reportagem está tentando contato com o ex-senador Romero Jucá, com Sérgio Machado e com representantes da Transpetro e da Galvão Engenharia. O espaço está aberto para as manifestações de defesa.



10/06/2019

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